Outubro 2017
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QUANDO SE VÃO EMBORA?
Segundo o chefe dos bombeiros, a população e os autarcas, não houve, nos recentes incêndios, pessoal que chegasse. Tinha sido desmobilizado, uma vez que, oficialmente, já não havia mais incêndios. As torres de vigia das matas foram também fechadas, o pessoal foi para casa em boa ordem. Assim, segundo o chamado governo, os incêndios… Continue reading
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PARVOÍCE
Ontem, a distinta RTP1 brindou-nos com um esquema informático destinado a dar ao indígena a oportunidade de expressar “democraticamente” a sua opinião sobre o ingente problema de dar ou não dar aos meninos/as de dezasseis anos o direito potestaivo de mudar de “identidade de género” quando muito bem lhes apetecer, sendo os respectivos pais… Continue reading
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O PSD E O FUTURO
Os proto-candidatos à presidência do PSD deram à sola. Por razões “pessoais”, dizem. Não acredito. Compreendo o Montenegro, mas acho que devia ser mais sincero: teria dificuldade em renovar o partido por tão, e tão lealmente, ter servido Passos Coelho. Ou negava o “pai”, o que seria muito feio, ou deixaria tudo na mesma,… Continue reading
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SENSIBILIDADE SOCIAL
O tenebroso Mendes, no mar encapelado das suas frustrações pessoais e do seu ódio marcelista ao PSD, veio reclamar contra a “falta de sensibilidade social” dos tempos da coligação. Poupar os menos “ricos” a qualquer aumento de impostos é falta de “sensibilidade social”? Ou será falta de “sensibilidade social” lançar impostos para todos? Defender… Continue reading
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ELA AÍ ESTÁ!
Desde a mais tenra idade da III República, sempre houve, no CDS, aquilo a que poderemos chamar “tentação socialista”, ou, por palavras mais claras, a postura de “pau para toda a obra”. A primeira coligação de governo foi PS/CDS, lembram-se? Os mais altos dirigentes históricos do CDS (Freitas/Basílio…) são hoje destacados militantes do PS, ministros,… Continue reading
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A CAMINHO DE CACILHAS
Dona Inês é filha de um senhor de nome Vitorino de Almeida e de uma senhora Ferreira Esteves. No entanto, por artes que escaparão aos genealogistas, chama-se Medeiros. De Medeiros. Não se sabe se renegou os pais, se optou por apelido mais “nobre”, se foi uma questão de marketing, se outra coisa qualquer. Facto… Continue reading
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5 DE OUTUBRO
Debaixo de um toldo, que o Sol está forte, a nata do regime (obrigação sem devoção, só miufa) juntou-se na Praça do Município. Houve cavalos e bandas, trombetas e trombones, bandeiras e discursos. O tenebroso Medina fez exigências, mais “competências”, mais dinheiro. O senhor de Belém deu as costumeiras dicas, consensos e outras patrióticas… Continue reading
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BATER RECORDES
Várias marcas nacionais têm sido batidas nos últimos dias. 1.Devidamente abafada pelos serventuários dos media, chegou a notícia da dívida do Estado: os 250.000.000.000 foram, finalmente, ultrapassados. Um feito notável, que muito deve orgulhar os adeptos. 2. Entretanto, a Comissão Europeia anunciou que o Estado geringonço é um dos mais notáveis caloteiros da praça… Continue reading
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QUEM SE METE COM A CONSTANÇA…
Há um ano, nos dourados salões do poder, na augusta presença do chamado primeiro ministro e perante luzida multidão de áulicos, chefes de coisas várias, gente importantíssima, deu a intragável Constança posse a uma senhora que, segundo os discursos, era a mais competente, a mais adequada, o máximo para chefiar o SEF. Houve abraços… Continue reading
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O GRANDE GANHADOR
Um plumitivo com altas responsabilidades na nossa praça dizia hoje que as eleições foram dois pesadelos para o senhor de Belém. Engana-se. Primeiro: o referido senhor viu realizado nestas eleições um dos seus mais queridos sonhos, isto é, viu abrir-se o caminho para o fim de Passos Coelho como líder do PSD. Querem mais?… Continue reading
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A ESMAGADORA VITÓRIA
Toda a gente criticou Passos Coelho por falar de política nacional, não autárquica, durante a campanha. A mesma gente, toda, depois das eleições, não fala doutra coisa que não seja a política nacional. Façamos a vontade a toda a gente e vamos ver o resultado, numa perspectiva nacional: A abstenção, no continente baixou 2,4%,… Continue reading
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COMEMORANDO A VITÓRIA
Seria mais ou menos meia-noite quando, num restaurante da Pontinha, se reuniu o núcleo duro dos vitoriosos. Para uns, foram seis anos de luta sem quartel, para outros menos tempo, mas de combate constante e bem trombeteado pelos media. Correu o espumante, os camarões com alho, as palmadas nas costas. Dos convivas, destacou-se, radiante… Continue reading
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EIS A QUESTÃO
Ouvi dizer que Sua Excelência o Presidente da III República, aqui maldosa e abusivamente conhecido por chairman da geringonça, apelou ao voto dos portugueses (em linguagem correcta dir-se-ia “dos portugueses, das portuguesas e dos/as/es LGBTGTXPLOCS++”) nas eleições autárquicas. A impenitência herege e iconoclasta que pratico nestas páginas levou-me a pensar em não ir. O… Continue reading
