Pois é. O rapaz Dijsselqualquercoisa resolveu desbroncar-se. Chateado com a tunda que levou, meteu a pata na poça, partiu a loiça e mandou bugiar a malta do Sul.
Se pensarmos bem, no que nos diz respeito o que ele quis dizer com a bojarda dos copos e das gajas foi: andaram a fazer auto-estradas do lá vai um, andaram a gastar milhões com aeroportos impossíveis e TGV’s malucos, andaram numa boa vai ela a dar milhões e milhões de créditos marados, andaram a sustentar carradas de pintosdesousa, andaram nas mais ruinosas negociatas, deram cabo dos tipos que quiseram endireitar o barco e, agora, sem mais reformas estruturais nem nada que se veja, com demagogia, números duvidosos e o buraco na calha, continuam a pensar que, quando lá caírem outra vez, cá estará a malta da massa para lhes acudir: não queriam mais nada?
Chamou-lhe copos e gajas, uma metáfora malcriada, safada, ordinária. Pois, é verdade sim senhor. Perdido por cem, perdido por mil: não se retratou nem pediu desculpa. Não tem nada a perder, vai à vidinha e boas festas.
Por cá, ficamos entretidos a dizer, com razão, mal das bocas do homem. Até achamos que, por trás delas, lá no fundo, ele não tem razão. Bonito.
22.3.17

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