IRRITADO

O SOCIALISMO É A FILOSOFIA DO FRACASSO, A CRENÇA NA IGNORÂNCIA, A PREGAÇÃO DA INVEJA. SEU DEFEITO INERENTE É A DISTRIBUIÇÃO IGUALITÁRIA DA MISÉRIA. Winston Churchill


UM PALHAÇO

 

O IRRITADO já se referiu como devia às bojardas que um tal Januário, bispo e general, passa a vida a debitar, com a habitual cumplicidade dos chamados órgãos de informação. Metendo Alberto João Jardim num chinelo em matéria de dislates e insultos, este palhaço tonsurado envergonha a Igreja e estraçalha a dignidade das Forças Armadas.

Não se percebe, é de repetir, que, nem a Igreja Católica, nem as Forças Armadas, nem o governo, , tenham mandado o desbocado bispo/general dar uma curva.

Parece que os bispos, enquanto tal, dependem directamente do Papa. É claro que o Papa está longe de saber que tem entre os seus mais altos vassalos uma criatura tão baixa. Parece, no entanto, que os seus colegas portugueses têm a mais elementar obrigação de, pelo menos, informar Sua Santidade do que se passa.

Os militares, esses, dependem directamente das chefias e, indirectamente, do governo. Neste caso, o que impedirá as chefias, sem mais formalidades que a verificação da evidente, pública e notória falta de dignidade do Januário, de o expulsar de um corpo que passa a vida a desonrar? O que impedirá o governo de o mandar imediatamente para a peluda, como soldado raso na disponibilidade?

 

Não se percebe que se deixe, impunemente, um tipo destes insultar quem lhe apetece da forma mais soez e ordinária, seja o atingido o governo, a oposição, o regime ou o que quer que lhe passe na porcaria da cabeça.

 

Como o homem não se calou, o IRRITADO também não se cala. Que diabo, é mais bem-educada uma rameira do Intendente que este bispo/brigadeiro/palhaço da treta!

 

18.7.12    

 

António Borges de Carvalho



17 respostas a “UM PALHAÇO”

  1. “UM PALHAÇO…“ser ou não ser” Sobre ser “UM PALHAÇO”, já a saudosa Maria José Nogueira Pinto o disse… Lembra-se? Foi célebre!Quanto a “ser ou não ser” é uma questão filosófica utilizada por Shakespeare. Na verdade (na sua célebre obra), quando Hamlet tem a difícil decisão ética de pôr fim ou não à vida do próprio tio, que supunha ter assassinado seu pai (o rei) para casar-se com a rainha (sua mãe) e, assim, assumir o trono. A verdadeira questão estava colocada na dimensão do que fazer com o punhal utilizado. No entanto, Shakespeare eleva o plano da questão para uma dimensão mais sublime (melhor dito: existencial). Faz o príncipe da Dinamarca indagar-se pelo que realmente é importante, colocando a questão sob a óptica de sua felicidade, na dimensão moral do agir interior.Isto posto, quanto á questão do Irritado sobre “… um tal Januário, bispo e…”, remeto para o que disse Adriano Moreira, em Lisboa – Hotel Meridien – aquando do lançamento da biografia do bispo vermelho: «Um bispo não é vermelho, nem azul, nem verde, nem amarelo. Um bispo só é bispo quando, depois de deixar a sua cátedra, o Povo pode sentir que Cristo passou por ali».Conhece Adriano Moreira?Mais ainda, sobre tal questão leia em:http://www.blogger.com/comment.g?blogID=14157382126842852&postID=395355764606060876Em conclusão, “ser ou não ser”… o Irritado está imbuído (auto?) do desiderato de provar que o … É!!!

  2. Mais ainda, disse aquela “coisa “(que me enganou – em conluio com PPC):”Eu quero chegar a casa, depois de ganhar as eleições, todos os dias e quero que a minha filha tenha orgulho daquilo que está a ser feito”, disse o porta-voz do PSD, acrescentando: “Eu no lugar do engenheiro Sócrates tinha vergonha, eu se fosse parente do engenheiro Sócrates escondia que era parente dele”. in DN, 29.04.2011 http://www.dn.pt/inicio/​portugal/​interior.aspx?content_id=18​39999&page=2

  3. De facto este bispo é parvo,então não sabe que este governo é impoluto?s corruptos era só no tempo do Pinto de Sousa,o irritado que o ateste!!!

  4. Quando ouvi sobre a entrevista, primeiro pensei: boa! finalmente alguém que fala claro!, etc… mas depois ouvi a entrevista completa. Uma vez que o Irritado nem foi capaz de a citar, tal a irritação, eis o essencial: «D. Januário Torgal Ferreira acusou o Governo de Passos Coelho de ser “profundamente corrupto”. Durante o programa Política Mesmo, da TVI24, o bispo das Forças Armadas chegou a afirmar que “Eu não acredito nestes tipos, em alguns destes tipos, porque são equívocos, porque lutam pelos seus interesses, porque têm o seu gangue, porque têm o seu clube, porque pressionam a comunicação social, o que significa que os anteriores, que foram tão atacados, eram uns anjos ao pé destes diabinhos negros que acabam de aparecer”, afirmou, sem papas na língua.» ————– Pois, sem papas na língua. No entanto, após falar no gangue laranja – de forma vaga, sem nomear ninguém – dá-se ao luxo de elogiar o gangue xuxa. Para o nosso bom bispo, os xuxas eram «anjos» ao pé destes laranjas «diabinhos». Ou seja, no mundo do Sr. Januário, bispo que MAMA nos contribuintes de forma bastante terrena e pragmática, ainda há anjinhos e diabinhos, em eterna luta entre o bem e o mal. Quando se trata de infantilizar as coisas, pode-se sempre contar com a Igreja. E os xuxas eram bons, estes são maus. Só estes pressionam, só estes têm interesses obscuros. A mensagem é óbvia: que voltem os xuxas, ficaremos certamente melhor. Talvez de Paris? —————– O Irritado chama PALHAÇO ao nosso bom bispo, porque este ataca o partido/clube do seu coração; mas depois compõe a coisa demarcando «Sua Santidade», e isolando o palhaço, como se este fosse uma entidade estranha à Igreja do seu coração. Na sua cabeça, a Igreja continua intacta, assim como o seu Governo, e o caminho que este segue. Entendo as dores do Irritado. Deve ser uma porra, ser refém de credos e ideologias falidas.

  5. Por falar em palhaços… então não é que o inefável Relvas decidiu processar a tachista Roseta, por «difamação»? difamar – v. tr. 1. Fazer criar má fama a. 2. Desacreditar publicamente. 3. Perder a boa fama. Está explicado: foi a Roseta que fez o Relvas perder a sua boa fama! Anda um tipo a vida toda a granjear boa fama, para vir uma Roseta e dar-lhe má fama. Está mal. Felizmente vivemos num “Estado de Direito”, onde cidadãos respeitáveis como o Relvas, o Pinto de Sousa, o Domingos Névoa, et al, têm sempre advogados e tribunais à disposição para defender a sua boa fama. Afinal, quem não se sente não é filho de boa gente, não é? Aguarda-se agora a justa resposta do Governo ao bispo Januário. Este Governo está a ganhar tão boa, mas mesmo tão boa fama, que seria lastimável perdê-la agora.

    1. Eu interpretei as palavras do Bispo no sentido de “…que PPC tem de ser corrido à “paulada”!Não lhe parece?

  6. Sem ter a ver com este post em questão, já tinha visto isto: http://www.dn.pt/politica/interior.aspx?content_id=2677334Será que dá em alguma coisa…? (claro que não!)

    1. Bem, como diz um comentário à notícia… «Os Tribunais portugueses são cada vez mais uma amostra de pura estupidez. Depois de deixar o ladrão Sócrates ir embora do país, e de destruir escutas, ignorar testemunhos, etc… agora é que querem investigá-lo? Vão gozar com o …!!!» …mas enfim, os gringos costumam dizer que “hope springs eternal”, não é?

    2. Claro que não! Mas é giro!

  7. http://www.tvi24.iol.pt/politica/orcamento-tvi24-universidade-aberta-psd-ultimas-passos-coelho/1189535-4072.htmlCaro IRRITADO, granjeou a minha admiração pelas Verdades colocadas neste sitio antes de Pedro Passos Coelho ser Primeiro-Ministro. Sucede que, não mais “VI” esse Irritado. O que vejo agora é … “UM PALHAÇO”!Repare bem: foi em Setembro de 2010, que isto foi dito!….O líder do PSD, Pedro Passos Coelho, criticou este domingo as decisões do Governo para cortar na despesa pública, afirmando que é mais fácil acabar com escolas e serviços de urgência do que com institutos públicos.«É mais fácil acabar com escolas e serviços de urgência do que institutos públicos», criticou Passos Coelho na festa anual do partido em Oliveira do Hospital.«Só com a RTP o Estado gasta 400 milhões de euros, mas não há dinheiro para os serviços públicos», acrescentou. Pedro Passos Coelho atacou o despesismo do Estado e apontou a sua redução como condição para aprovar o próximo Orçamento de Estado e criticou a tentativa de disfarçar os gastos.«Já nem os carros do Estado, que antes tinham uma placa, estão identificados para disfarçar o despesismo», afirmou Passos Coelho durante o discurso proferido na festa do PSD local.«O Governo precisa de reduzir a despesa e não pense que nós temos que lhe servir de muleta», reiterou.No palco instalado nas margens do rio Alva, em Caldas de S. Paulo, o presidente do PSD abordou também a questão do desemprego, dizendo que o nível actual «só se viu durante um período do antigo regime».«É preciso recuar ao período do Estado Novo para encontrarmos o mesmo nível de desemprego no país, sendo que nessa altura as pessoas eram muito menos qualificadas», afirmou Passos Coelho.Segundo o líder do PSD, «os 600 mil desempregados que temos correspondem a 700 mil na realidade, porque os serviços não contabilizam aqueles que nos últimos quinze dias não procuraram trabalho».

    1. Não percebeu que o Irrirato faz parte do grupo de mamões? Pateta!!!

      1. Se fosse tão polido como VExa, responderia: mamão é…

        1. UM PALHAÇOQuem será?

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