IRRITADO

O SOCIALISMO É A FILOSOFIA DO FRACASSO, A CRENÇA NA IGNORÂNCIA, A PREGAÇÃO DA INVEJA. SEU DEFEITO INERENTE É A DISTRIBUIÇÃO IGUALITÁRIA DA MISÉRIA. Winston Churchill


MOCAS

Segundo a nacional bempensância, em Potugal o racismo é endémico, estrutural, está na massa do sangue dos portugueses. Em abono desta opinião está o indesmentível facto de os portugueses em geral, sobretudo os de direita, andarem para aí à pedrada aos pretos, aos amarelos, aos vermelhos, aos azuis às riscas, aos ciganos, etc., isto é, a tudo quanto mexa sem certificado da garantia. Aposto que, na opinião de batalhões de académicos, devo ter atrás da porta uma moca monumental preparada para receber qualquer indivíduo sem certificado, o mesmo se passando, no que se refere à posse de mocas, com qualquer português de origem garantida.

Há catadupas de artigos a afirmar coisas destas, todas, evidentemente, com profundas bases científicas, estatísticas, de estudos sociais merecedores de indiscutível credibilidade. Acresce ao poderoso acervo de dados científios, outra razão de fundo que é o motivo deste post. Li hoje um artigo da dona Joacine e do senhor Piménio, os quais, do alto das suas cátedras (ISCTE), decretam que o tenebroso racismo que envenena a nossa sociedade é um produto da direita, competindo à esquerda tomar, no séc.XXI, a dianterira no combate a tal gente.

O IRRITADO, que nada tem aver com a esquerda, apresenta os seus pedidos de perdão à dona Joacine e ao senhor Piménio e garante que não usará nos seus costados a moca que tem atrás da porta.

 

29.1.18 



3 respostas a “MOCAS”

  1. Há algum tempo que não me ria tanto com o Irritado. Claro que a malta do racismo/sexismo/homofobia nunca desarma, nem pode, pois os seus empregos, avenças, bolsas, estudos, “grupos de trabalho”, etc., dependem disso. Se a malta não for racista/sexista/homofóbica é uma chatice. Conheci bem o ISCTE, era uma faculdade razoável, mas nunca lá faltou chulecos e jotinhas, sobretudo PS. Por cá a coisa até é leve: nos EUA, pátria do politicamente correcto, e na Inglaterra (leia-se Londres) é bem pior. O Guardian, no resto um bom jornal, é a ponta da lança. E acrescenta-lhe a islamofobia, que por cá nem tem saída. Dito isto, hoje ao chegar ouvi uma frase solta, salvo erro no telejornal: uma fulana a queixar-se que «não basta a igualdade». Pensei logo que era uma feminista, daquelas sempre ofendidas, que procuram igualdade só para o que lhes interessa. Mas não, o assunto era ciganos. E disse algo como isto: se estivermos num jogo de futebol, iguais na mesma bancada, e eu tiver 1m90 e v. tiver 1m60, não vamos ver a mesma coisa. Se eu estiver à sua frente, v. nem vê nada! Não sei o que ela queria, mas fiquei com a frase. Ela tinha razão, é um bom exemplo. Nem sempre a igualdade basta.

  2. Discriminações, essas sim graves, das quais não se falahttps://www.rts.ch/play/tv/19h30/video/gaz-dechappement-le-scandale-des-cobayes?id=9289941&station=a9e7621504c6959e35c3ecbe7f6bed0446cdf8da

  3. Melhor faria se usasse a dita cuja moca.Alarves, como os que cita, bem merecem uma boa mocada no alto da pinha.Talvez se apurasse o pouco discernimento que demonstram.Uns verdadeiro intelectuais saídos das academias dos vários largos do rato que por aí estão plantados.

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