IRRITADO

O SOCIALISMO É A FILOSOFIA DO FRACASSO, A CRENÇA NA IGNORÂNCIA, A PREGAÇÃO DA INVEJA. SEU DEFEITO INERENTE É A DISTRIBUIÇÃO IGUALITÁRIA DA MISÉRIA. Winston Churchill


MENTE ORDINÁRIA E PERVERSA

 

O IRRITADO não tem poupado “elogios” à excelentíssima senhora deputada do PS dona Isabel Moreira.

Depois da miserável declaração política de que conseguiu, via queixinhas e parlapatices, fazer previamente gigantesca publicidade – a “informação” está sempre às ordens de gente deste calibre – a insigne criatura brindou a Nação com mais uma demonstração da sua esmerada educação, humanidade, bons sentimentos e sentido de honra: quando da aprovação de um voto de pesar pela morte do Professor José Hermano Saraiva, a miseranda intelectual teve o desplante, a ordinarice, a atitude reles de se abster.

Resta saber o que fará a rapariga quando o papá, que também foi ministro da ditadura, falecer. Abster-se-á?

 

27.7.12

 

António Borges de Carvalho



Uma resposta a “MENTE ORDINÁRIA E PERVERSA”

  1. A deputada – ou deputeda, como alguns facínoras adjectivam a nossa classe parlamentar – Isabel Moreira parece ter fãs mesmo entre os críticos do PS, alguns deles leitores do Irritado. Isto, para mim, é um mistério. Nos quarenta (atirando por cima) quilitos da sua mui “fashion” pessoa, mais as roupinhas e cosméticos e adornos e tatuagens que lhe põe em cima, só vejo uma dondoca cheia de “causas”, todas tão úteis e ligadas à realidade como um livro da Lili Caneças. A moça não é estúpida, e nem creio que seja desonesta: é apenas uma dondoca, filha de quem sabemos, que foi para a política como podia ter ido para a moda. Deu-lhe para aí. Como o Hugo das “Mãos Sujas”, é uma “intelectual” que só “ao lado do povo” se sente bem, do lado certo, embora jamais tenha pertencido ao povo, ou jamais venha a pertencer: os seus ideais vão até onde começa a porta do seu cabeleireiro. Gasta lá certamente mais do que uma família média gasta na renda da casa, mas ainda assim sente-se a defensora dos pobres. Tal como nunca trabalhou ou produziu nada na vida, mas sente-se a defensora do proletariado. Nunca teve um aperto no fim do mês que os papás não resolvessem, mas sente-se a defensora dos que lutam todos os meses, todos os dias. Na sua cabeça, a sua vida folgada e o seu tacho na AR são inteiramente merecidos, e não a tornam numa hipócrita. Apesar disto, podia ser uma política válida, quiçá até útil? Até podia. Mas faz parte do Partido da Sucata, é fã do Pinto de Sousa, está tudo dito sobre o seu discernimento. Entre a Isabelinha e a Inês de Paris, haverá grande diferença? —————— P.S. Sobre a abstenção, o tema do post: não me espanta, a Isabelinha tem sempre que marcar a sua posição. É diferente, é mais à frente, é uma dondoca carente – sobretudo de atenção.

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