É sabido que a direcção da política externa é competência do governo. O que não quer dizer que o Presidente da República se abstenha de opinão, ou não tenha poder para tomar as suas decisões.
No caso do Maduro, indivíduo execrável a todos os títulos, condenado por todas as democracias do mundo, não há forma de não ter opinião. Maduro é fautor e resultado da postura criminosa de todos os socialismos radicais, desta feita mais uma vez em versão sul-americana.
Perante a hipótese de o nosso Presidente ir celebrar a “vitória eleitoral” do bandido, o professor opinou que aguardava a opinião da geringonça. Isto é, faria o que a geringonça mandasse.
À exepção do BE e do PC, o mundo que não idolatra o socialismo denuncia a ditadura venezuelana. Mas o nosso Presidente tem dúvidas, aguarda ordens, espera por instruções. Felizmente, no caso, as instruções vieram de Bruxelas. Caso contrário, parece que nos arriscávamos a vê-lo aos beijinhos ao Maduro e a chamar-lhe hermano.
10.1.19

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