No Sábado, em altíssimas parangonas, anunciava o “Expresso” que os professores das cadeiras que o ministro Relvas terá feito jamais lhe tinham posto a vista em cima. Uma importante acha na fogueira em que o Miguelito vai ardendo.
Afinal era tudo mentira! Nenhum dos interrogados pelo “Expresso” tinha sido professor, ou tinha examinado o homem. Os professores eram outros. Nenhum tinha dito coisa alguma ao extraordinário jornal!
Confrontado com a informação, o pasquim publica um comunicado a dizer que, no seu afâ de “informar” (as aspas são do IRRITADO) tinha consultado uns tipos que que jamais tinham sido professores do ministro.
Gostava de saber como foram feitas as perguntas aos tais tipos. É claro que de forma, ou a fazê-los dizer o que o “Expresso” queria, caindo na esparrela, destilando os seus pequenos ódios. Afinal, todos os inquiridos eram empregados da universidade que assim passa diplomas, e não querem ser confundidos com o patrão. Isto, apesar de, todos eles, terem idade para ter juízo e para ser responsáveis pela institução onde trabalham.
Depois ainda há quem diga que o IRRITADO é mau porque disse que a história das secretas era 80% fruto das guerrinhas entre o Balsemão e o Vasconcellos, ou porque acha que o suplemento de economia é uma manta de recados, ou até que os recados até na primeira página aparecem.
O senhor Costa (irmão do outro), ilustre director da publicação devia pelo menos demitir-se, como exige que o ministro faça, em vez de produzir comunicados sem pés nem cabeça, que outra coisa não fazem senão confirmar as suas trafulhices. Ainda por cima sem se retratar ou pedir desculpa!
9.7.12
António Borges de Carvalho

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