Parece que a política do covide está a causar mais estragos do que os que já são públicos e notórios.
Dizem números oficiais que a produção de bebés caiu mais de trinta por cento na era covide.
Dirá então a voz dos resistentes: aí têm o resultado da fabricação do terror levada a cabo pelas autoridades, pelos “cientistas”, “especialistas” e outros “istas” que, aos pontapés, andam por aí armados em estrelas da televisão, a dizer hoje que é preto, amanhã branco e depois azul aos quadradinhos. Unanimemente, assim ou assado, todos colaboram no terror. Muitos deles já foram, e são, desmentidos, sem precisar de quem os desminta, ou seja, desmentem-se a si próprios, sem pudor nem desculpa. O direito à informação transformou-se em direito à confusão.
Como querem que as pessoas não desistam de ter filhos? Como querem que as pessoas não achem que estão às portas da morte? Como querem que as pessoas não se deixem influenciar pela propaganda se são matraqueadas, todos os dias, pelas mais catastrofistas previsões e cenários? Como querem que tenham alguma sombra de optimismo ou de confiança no futuro? Como, se as estatísticas dos óbitos, unânimes e optimistas, não são lidas nem analisadas pelos jornais porque dizem que o problema, colectivamente, é de somenos. Como, se nada de positivo é comunicado, a não ser, é claro, o que possa ser interpretado como grande feito do governo e quejandos?
Dir-se-á, com razão, que são as próprias pessoas a a propagar o terror e a gostar dele. É verdade. Como podia ser diferente se a informação não colaboracionista é escondida, calada, perseguida, multada, ostracisada, insultada, transformando a Liberdade de opinião numa coisa a esquecer, um pinchavelho de um passado já caído na obsolescência?
Como?
20.4.21
NB. Vacine-se, como antes se vacinava contra a gripe, coisa que matava imensa gente sem que ninguém ligasse ao assunto. Não vá na conversa dos que se entretêm a arranjar mais terrores a propósito das vacinas. E deixe-se de mariquices.

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