CADA VEZ PIOR
16 respostas a “CADA VEZ PIOR”
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Bem evidenciado… Aguarda-se consequências!
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Quando os boys socratinos souberam que estavam a ser escutados,tomaram um clister, foram a pé a Fátima e ofereceram á virgem uma vela do tamanho da astucia do autor deste post maila a seriedade da senhora Leite!!!
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Sr. Tecelao… voce e um homem ordinario…Quem e que assina o seu pay cheque la no largo das ratazanas de esgoto?Peco desculpa ao host deste blog (Antonio Borges de Carvalho) pelo desabafo…
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Desabafe sr Cunha que isso faz-lhe bem.Ordinário propriamente dito,não precisava de ir tão longe,tem mercadoria bem mais perto e de melhor qualidade!!!
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Quanto a “…tomaram um clister…” isso é sabido. Aliás, veio a colmatar naquela “lei igualitária casamenteira”, quiçá pelo hábito de “tomarem um clister”!Não é, caro tecelão?
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Peço licença para discordar, por uma vez, do Irritado, ainda que comungue da ironia com que nos informa as insignificantes rábulas que se tornaram momentosas ocorrências da nossa vida nacional.A importância da deslocação de Figo para protestar, “de forma generosa”, no último dia da campanha eleitoral, a sua figadal ternura pela rara pepita socialista (ou “menino de oiro do PS”, ridículo título da sua biografia) não é assim tão reduzida: importou até agora, mais coisa menos coisa, em 350.000 euros. Tal é o elevado preço da lição – paga por nós – que servirá para o atleta nunca mais se meter com esta gente, pior ainda que a do antro futebolístico.Neste vergonhoso lodaçal em que todos nos vemos arrastados (e a que o Tecelão tantos elogios tece), não deixa de ser sintomático que vejamos Isaltino aparecer a terreiro para debitar lições de moral.Como é sabido, esse novo Robin dos Bosques – que roubava aos ricos empresários da construção civil para dar a ele mesmo que era mais pobre, coitado – ia propositadamente à Suiça para depositar centenas de milhares de contos (mais de três para ser exacto), em numerário, na conta do sobrinho. O facto de não fazer muito sentido que tal valor fosse muito superior ao que poderia juntar do seu vencimento de presidente da câmara nesse período e que o sobrinho vivesse na Suíça, onde era camionista, mas afinal ganhasse fortunas cá em Portugal, pouco perturbou o autarca, os munícipes de Oeiras e certamente o Tecelão, que adora este estado de coisas pela forma como vitupera o Estado Novo.Afinal até se deve enternecer por Isaltino ser um tio quase tão desinteressado como o Júlio Pinto de Sousa.A propalada ética republicana, que nasceu de um cobarde assassínio e vive de milhares de mentiras, está portanto duplamente de parabéns pelo seu primeiro centenário e pela probidade dos que a representam.Quanto à segunda notícia, menos importante por não ser propriamente novidade (pois é sabido por todos, menos pelo cândido Tecelão, que no PS não faltam trânsfugas e mentirosos) respondo ao Irritado: se o partido expulsasse os troca-tintas que pululam por lá, fechava-se a tasca.O próprio Zézito começou por se inscrever no PPD e só se mudou para o partido da rosa quando descobriu que afinal as suas afinidades eram com o impudente Soares.Ainda ontem, na televisão, o repugnante Almeida Santos (muito justamente cabecilha de todo o bando) dizia que era muito amigo do procurador geral. E que temos nós a ver com a amizade pessoal entre eles? Quando muito seria um argumento contra a isenção que devia rodear Pinto Monteiro, um procurador geral faz todo o possível por fingir que continua a procurar – sem, em geral, encontrar nada. Felizmente os polícias, juízes e jornalistas não desistem de indagar a verdade, porque se fossem todos como ele, amigos de Almeida Santos, estávamos perdidos.Quando o Tecelão achar que sou injusto em chamar Almeida Santos de torpe, não faça cerimónia em convidar-me a relatar um ou dois elucidativos episódios. É ainda pior – e isso é deveras difícil – que esse buda-vivo Soares, o “pai da democracia” (a nossa democracia é por conseguinte neta da D. Elisa Nobre Batista, dona de pensão e amante de um padre, impropriamente apelidado Soares, pois deveria ser Serralheiro, pela varonia do seu tetravô António Pires Serralheiro).
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Pode esperar sentado,que eu injusto não lhe chamarei,seria demasiado injusto para com os injustos.Poderia chamar-lhe outras coisas,mas poderia ser eu injusto.Justo,justo,será reconhecer que estamos perante alguem cula ascendência é da mais alta linhagem!!!
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O tecelão começa amostrar o que é, aliás na senda do que vem sendo: “LAMBE BOTAS”.
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Este tipo anda ao tempo a põr-se a jeito para o mandar á merda.Se de facto fosse ordinário como já fui aqui apelidado,mandava-o,mas,pensando melhor nem isso merece!!!
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O tecelão está habituado a “tomar clisteres” , por isso usa a linguagem adequada ao seu ritual.
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À zagucha sagacidade do Tecelão falta porventura um pouco de aticismo. Mas a um homem de esquerda não se pode pedir a pureza de linguagem de Cícero, não é verdade?Do seu arrazoado nada tenho a opor mas o uso repetido de um sinal de pontuação é incontroversamente incorrecto, excepto nas reticências. Deve portanto abster-se de colocar três pontos de exclamação seguidos, da mesma forma que não faz sentido usar 3 vírgulas umas depois da outras.Como inferi do seu comentário que gostaria de conhecer um pouco mais sobre a figura do homem que preside ao partido do “chefe”, conto-lhe um episódio que fala eloquentemente da ética de um republicano que foi quase tudo neste regime, de ministro a presidente da assembleia da república, grande amigo do Soares, outra prenda como ele.Deixo de fora os pormenores da compra do palácio do Rato ao seu dono Duarte Praia, que ao fim de duas reuniões com ele, como representante do PS, deixou de ter paciência para aturar a sua insidiosa presença e passou a fazer-se representar por dois dos seus genros. Creio que o preço final acordado era de 100.000 contos (em 1975) e o Almeida Santos pediu que o Duarte lhe entregasse, secretamente, 10.000. Perante a terminante recusa deste (até porque precisava do dinheiro), o herói do Tecelão comunicou ao partido que o proprietário pedia 110.000 contos e foi esse o valor que os socialistas alemães e franceses acabaram por entregar ao PS para a compra da sua sede.Já não posso confirmar as verbas, mas lembro-me que o amigo do procurador-geral ficou com 10% do negócio, à boa maneira socialista.(continua)
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Caro aticista Manuel.Lamento não ter o seu fino recorte,mas nestas coisas da cultura,assim como em tudo o resto,a distribuição está mal feita.A obra do criador não saiu lá muito perfeita.Á esquerda foram parar os asininos,os corruptos,e toda a ralé, segundo julgo saber,até aqueles dois larápios que penduraram ao lado de Cristo,eram de esquerda.Na direita é só divindades,tipos honrados e honestos.Os ditames da morais e civicos são o seu objecto de conduta.As sus histórias valem o que valem,não serei eu que me vou dar ao trabalho de averiguar da sua veracidade.Até porque essas questões de carácter dos politicos,não me tira o sono!!!!Como não gosta de 3,vou passar a dar-lhe 4,eu sou um mãos largas,lá vai mais!!!!Há coisas que eu não gosto deixar passar em claro,porquanto revelam uma suprema hipocrisia.Um idiota qualquer,que não me conhece,o qual ignoro,só porque não gosta daquilo que escrevo aqui,desata a chatear-me,e chama-me lambe botas.Revelo o desejo de o mandar á merda,sem no entanto o ter feito,e senhor vem pregar um sermão,qual erudito, sobre linguagem.Haja pachorra!!!!
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“Um idiota qualquer…”, reparou caro tecelão?Reparou que ao lado de “lambe botas” é quase um elogio? Sabe o senhor o que é um idiota, em termos técnico?Bem me parece que desconhece!
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(continuação)Mas aquilo que lhe vou contar, inabalável Tecelão, ouvi há alguns 20 anos, num almoço dos muitos que tive com o Dr. Manuel Nazareth.Este senhor era de um estilo que hoje rareia, de uma sensibilidade e educação extremas, bondoso e sereno, culto e incapaz de mentir. Era preto, fisicamente lembrava o Eusébio, mas careca. Licenciado em medicina, médico analista. Nascido em Moçambique, filho de um régulo de lá e uma princesa sudanesa. Era também o analista de Salazar, de quem me contou muitas histórias.Um belo dia o nome de Almeida Santos veio à baila. Como o Manuel Nazareth era de Moçambique (até foi deputado por esse território durante duas legislaturas, por convite de Salazar), ele e Almeida Santos eram amigos de há muitos anos. As mulheres sobretudo eram muito íntimas.Quando se falou no socialista eu disse-lhe:- O Almeida Santos é simplesmente asqueroso, mas sofreu uma dor que o redime de tudo o que um homem pode fazer de mal; viu morrer uma filha, que se suicidou. Só por isso, merece a nossa compaixão.O Manuel Nazareth olha para mim e diz:- Sabe? Foi mesmo por causa da morte da Maria Antónia (creio que se chamava assim) que deixei de lhe falar. – Então?!- Ela era drogada. Mas muito boa rapariga e grande artista plástica. Um dia apareceu no meu consultório na Av. António Augusto de Aguiar a pedir para falar comigo. Contou-me que sabia de uma clínica para toxicodependentes muito boa na Suíça, em que além do programa de desintoxicação, davam aulas de música e pintura com óptimos professores para ajudar ao tratamento. Que tinha pedido ao pai se podia ir para lá e que ele tinha dito que não porque era muito caro. Eu disse-lhe que não desesperasse, que ia falar com ele e que estivesse certa que eu o faria mudar de opinião. Ela abraçou-se a mim, a chorar e a agradecer-me. Nesse mesmo dia fui a casa dele contar-lhe a nossa conversa e qual não é o meu espanto quando ele diz que não, que não queria gastar tanto dinheiro, que por cá também havia clínicas, mais baratas. Respondi-lhe que não era a mesma coisa, mas não o demovi. Disse-lhe que tinha dado a minha palavra de honra à Antónia e que não podia aparecer-lhe a dizer que não conseguira cumprir a minha promessa. Perante a sua continuada recusa, disse-lhe que nunca mais lhe dirigiria palavra. Vim-me embora e no dia seguinte falei com a rapariga. Ficou, como se calcula, desolada. Consolei-a quanto pude, disse-lhe que talvez umas semanas mais tarde se conseguisse melhor resultado, que o pai dela iria pensar e certamente havia de concordar na autorização. Ela saiu sem dizer nada – e dois dias depois atirou-se da janela do seu quarto (tenho ideia que era num 8º andar de um prédio em Algés). Não quis ir ao enterro e só acabei por ir porque a minha mulher me pediu que fizesse isso pela pobre mãe, completamente desfeita. Nunca mais lhe falei.Eis como eu, que lamentava verdadeiramente o pobre Almeida Santos, fiquei a saber a espécie de homem que ele é.Sei que o Tecelão gosta de acreditar nas mentiras e tem por uso duvidar das verdades, mas diga-me se tanto o Manuel Nazareth como eu teríamos coragem de inventar uma coisa assim.E já agora, diga-me também se julgou alguma vez que houvesse um pai assim. Simplesmente, um nojo.
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É verdade, um nojo!Simplesmente, o “nojo” (etimologicamente, luto) é transversal a uma “cambada de políticos de diversos quadrantes”. Aliás, “a solução” para a crise passa, necessariamente, pela “catarse do nojo”.
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Caro ManuelB, finalmente… viu a “careca” do tecelão?
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