A ilustre ministra da saúde que o senhor Pinto de Sousa nos deu resolveu invectivar o Papa para que esclarecesse o que quer dizer com a história do preservativo.
Emérita esquerdista, a gastadora médica não leu nada do que sobre o assunto foi escrito por quem de direito. Se o tivesse feito, sabia o que o Papa tinha dito, o que o Papa queria, o que tinha mudado na doutrina de Roma.
Não leu. Mas serve-se da mais profunda desonestidade – própria, aliás, do governo a que pertence – para, por ínvia forma, chamar nomes ao Papa.
O IRRITADO não tem posição de fundo quanto à história do preservativo, nem lhe apetece pensar no assunto. Cada um que o use, ou não. Ponto final.
Mas tem posição em relação a este tipo de ataques, armados em defesa da saúde pública ou de outras coisas em si respeitáveis: é uma vergonha.
2.12.10
António Borges de Carvalho

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