IRRITADO

O SOCIALISMO É A FILOSOFIA DO FRACASSO, A CRENÇA NA IGNORÂNCIA, A PREGAÇÃO DA INVEJA. SEU DEFEITO INERENTE É A DISTRIBUIÇÃO IGUALITÁRIA DA MISÉRIA. Winston Churchill


UMA SAÍDA INFELIZ

 

É do conhecimento de quem o lê que o IRRITADO é um admirador do Dr. Pedro Santana Lopes. Considera-o um homem sério, coerente, e com ideias claras e bem definidas. Foi, aliás, por isso, que, há quase cinco anos, se reuniram as forças da inveja, do medo e do socialismo para apear o que era talvez o melhor governo dos últimos trinta anos.

Mas o IRRITADO não tem nada de fundamentalista. Por isso que aqui deixe um grito de revolta contra a infeliz declaração de apoio a Marcelo Rebelo de Sousa, enquanto putativo candidato à liderança do PSD, que o Dr. Santana Lopes expressou no “Expresso”. Tratar-se-á de acto falhado, de lapsus linguae, de inexplicável hiato de bom senso, de exagerado maquiavelismo? Não sei. O que sei é que o senhor Pinto de Sousa deve estar contentíssimo, tão contente quanto o IRRITADO está triste.

 

17.1.10    

 

António Borges de Carvalho


11 respostas a “UMA SAÍDA INFELIZ”

  1. Nem sempre os líderes dos partidos são os melhores dentro do partido, pelo menos tendo em conta o passado recente dos dois maiores. Santana sabe bem disso e o António Borges de Carvalho também. E fica muito difícil a Santana fazer-se valer neste PSD sem o ruído do costume. Oxalá não fosse assim. Também não me esqueci do que Marcelo ajudou a ‘desfazer’. Nesta fase do partido e do país e não sendo Santana candidato, tem que manifestar apoio a alguém. É normal que assim seja, não? Será então Marcelo, neste contexto, o menos mau para liderar o PSD? Santana não deixará de ser o meu Grande Mestre só por ter expressado essa vontade. Melhor que ninguém, ele saberá porquê.

    1. Esqueci-me de assinar.Hugo Correia

      1. Pela “gamela” vale tudo?

  2. Avatar de Carlos Monteiro de Sousa
    Carlos Monteiro de Sousa

    Meu caro amigo Irritado,muito boa noite.Como,também,fiquei muito “irritado” com o que o Dr Pedro Santana Lopes disse sobre a importância que o PSD poderia atribuir a uma candidatura do Doutor Marcelo Rebelo de Sousa à disputa da liderança do PSD,gostaria de contribuir para nos acalmarmos dizendo que o sentido da opinião vai para que o “sagrado” Doutor se apresente no seio da sua família política sem a protecção do comentário (òbviamente remunerado) e justificativo da “isenção” partidária.Julguei perceber o Dr Santana Lopes pois, em declaraçôes públicas ,ele disse que o Congresso Extraordinário, que promoveu, tinha o fim de aparecerem os que,querendo serem líderes, manifestavam essa intenção nos sanitários da Comunicação Social.Melhores cumprimentosCarlos Monteiro de Sousa

  3. Relembro apenas que MRS, antes ainda do governo de PSL tomar posse, ale se referiu na RTP como “… o pior governo português de sempre…”.MRS faz parte do Sistema…PSL não é rancoroso…

    1. Não se trata de questão “de ser rancoroso”. Trata-se de princípios: “quem não se sente não é filho de boa gente”. Conhece o significado deste ditado popular?Eu conheço.

    2. Tem toda a razão. De MRS dizia-se que era tão rápido nas rasteiras que se rasteirava a si próprio! Talvez. Mas não serve de desculpa. MRS é a última pessoa de quem o PSD precisa. De intrigas e rasteiras estamos fartos. O tipo só sabe mosder, sobretudo nas mãos que lhe deveriam ser próximas.

  4. Eu também sou admiradora de Pedro Santana Lopes :)Até o entendo, mas nem sempre o compreendo…apoiar quem o destruíu?Também eu sou boazinha, coerente e séria, mas não iria tão longe…não mesmo!

  5. E o Senhor nunca ouviu dizer que perdoar não é o mesmo que esquecer?

  6. Ó Senhor irritado o Senhor Pinto de Sousa tem mais com que se preocupar do que com banalidades.Ele é o actual Primeiro-ministro de Portugal e dos Portugueses , felizmente, e para bem de todos.

    1. Ó senhor Anónimo, imagino que seja tão fiel tão fiel que até saiba o que vai na alma do seu chefe. Por mim, como escrevi, só acho que “deve estar”. Tenho boas razões para assim pensar.É facto que o senhor Pinto de Sousa é primeiro-ministro do actual governo da III República. De Portugal, como refere a Constituição, não é. E dos portugueses, ainda menos. Talvez de alguns amigos e de alguns anónimos…

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