É-me mais ou menos indiferente que o célebre Guterres seja ou não seja eleito secretário geral da ONU. Se for, pois, porreiro. Se não for, que se lixe.
Posta esta “declaração de interesses”, vejamos:
O homem fartou-se de trabalhar no pelouro dos refugiados. Muito bem. Os resultados não foram brilhantes, mas, com tanto refugiado, que poderia o homem fazer? Por cá, as coisas foram diferentes. Guterres não é mau homem, apesar de socialista. Porém, lembram-se? Com tanto “diálogo”, tanto palavreado, fartou-se de gastar dinheiro, acabou no “pântano” e deu à sola na primeira oportunidade (quando perdeu as autárquicas!). Fugiu. Classifique quem quiser.
É mais que evidente que, mais que não seja pelo discurso e pelo currículo, parece ser o melhor candidato. O problema é que está a ser vítima de um processo do género geringonço. Qual Seguro, tem à perna uma fulana que parece do calibre do Costa (a tal Kristalina, vinda de um dos países mais “suspeitos” da UE), que apanha o comboio à última da hora. Diz-se que é o patarata Junker e a dona Ângela quem a meteu ao barulho utilizando uma calçadeira ao estilo oportunista e burocrático do gerente da geringonça. Uma trafulhice pegada, como é evidente. A gorda búlgara até vai ter uma “audição privada”. Só para ela, tudo legal. Até tem, do Junker, a novidade de uma “licença sem vencimento”, coitada.
Ao ver este tipo de processos a tão alto nível uma pessoa lembra-se, por exemplo, dos processos “democráticos” em vigor no PREC e dos que levaram a geringonça ao poder. O mesmo escrúpulo, o mesmo respeito pelas instituições e pelas pessoas. Se tais processos derem resultado na ONU como deram por cá, meus amigos, está tudo torto.
29.9.16

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