Ao ler o Expresso de ontem, saltou-me à vista esta informação:
A escolha (do novo Chefe da Armada) é vista como uma solução de continuidade.
Fui à procura, cheio de inquietação. Então o novo chefe ia dar cabo da obra do seu antecessor, entrando por caminhos contraditórios?
Não. O que o plumitivo queria dizer era que a nomeação do novo CEMA era uma solução que dava continuidade ao trabalho do anterior. Exactamente o contrário do que a primeira página do Expresso dizia.
Ignorância da língua? Consequências do acordo ortográfico? Da TLEBS? Do “ensino”? Nova filologia “expressiva”?
À consideração de quem ler.
7.11.10
António Borges de Carvalho

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