Coitado do Ferro. Sem a sua augusta presença, os rapazes estiveram em tarde de fatal azar. Mereciam ganhar, mas perderam. Os belgas estavam virados para a lua, nós para o Ferro.
Enfim, antes isto que partir uma perna.
Ao invés do Ferro e do seu institucional alto apoiante, o terceiro homem tomou as suas providências. Ai queriam ir a Sevilha, queriam? Pois vão mas é para casa, que quem manda sou eu. Nada de cafés, cervejarias e restaurantes. Lisboa parecia um cemitério. Nem novos nem velhos, ninguém na rua, ninguém aos gritos, ninguém autorizado a conviver, nada. No seu covil dourado, Costa, com os seus, rejubilava. Nada melhor que o covide para mostrar quem manda, eu!
Mais uma demonstração do poder total. Quais direitos humanos, qual Constituição, quais leis, eu!
Assim se afirmam os grandes cá da terra.
Embrulha, come do que te derem, és ninguém, e parece que até gostas.
28.6.21

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