Ora vejamos:
– A chamada variante delta é mais transmissível mas menos grave;
– Os hospitais estão longe de ter ameaçada a sua capacidade;
– Não há crise na ocupação dos cuidados intensivos;
– Não há mortes, para além do normal;
– Há contágios parecidos mas menos mortos que numa “boa” época de gripe, coisa que nunca preocupou fosse quem fosse, apesar dos milhares de mortos que causou.
Mas:
– Os ministros, os funcionários, os especialistas das mais diversas casacas dizem cada um a sua coisa:
E:
– Ninguém percebe patavina
Daqui, é lógico concluir:
– Que não devia haver mais limitações à liberdade de cada um:
– Que anda meio mundo, ou mais, a propagandear a desgraça, a amedrontar as pessoas, a meter no lixo os “direitos humanos”, a Constituição e as leis supostamente em vigor;
– Que o covide passou fazer parte da nossa vida, como fazem os demais coronas;
– Que a variante delta, não sendo mortal nem demasiado agressiva para alguns, nem agressiva sequer para a esmagadora maioria, é a maior fábrica de anticorpos que há.
Portanto:
A única atitude inteligente seria a de voltar tudo ao normal, ao normal verdadeiro, não ao “novo normal”.
E pronto:
– aqui vai a opinião de um não negacionista, não conspiracionista, não alarmista nem o seu contrário, não especialista seja do que for, simples observador com algumas preocupações lógicas e um desprezo profundo pelos profetas da desgraça que pululam nas televisões e nos jornais sem pejo de propagandear o medo e de perseguir pidescamente quem não alinha na trafulhice oficial e informativa.
Agora, chamem-me os nomes que quiserem.
26.6.21

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