O admirável “Zé” (Sá Fernandes), apresentado há anos pelo BE à candidatura a vereador em Lisboa, e eleito, zangou-se com o Bloco. À semelhança de outros (Rui Tavares, Joacina…) deixou-se ficar no lugarzinho e, pendurado no PS, por lá está, há anos e anos, como uma lapa.
Hoje, o “Expresso”, publica-lhe um artigo, sem direito a comentários, sob o título “Querida Lisboa”, onde tece considerações mais ou menos desinteressantes sobre a cidade.
Haveria que perguntar (coisa que ninguém faz, julgo que por privilégios de esquerda) ao imponente vereador quanto é que a sua pessoa já custou, e ainda vai custar, ao Município. A grande obra desta criatura cifra-se já em várias centenas de milhões de prejuízos para o erário municipal. A sua “acção popular” contra o túnel do Marquês já custou, em indemnizações, mais de cem milhões, pagos no tempo do presidente Costa. A sua batalha legal contra o negócio do Parque Mayer/Feira Popular cifra-se em pelo menos outro tanto e, segundo julgo saber, a procissão ainda mal saíu do adro. Coisas que podemos agradecer, não esqueçamos, ao Sampaio, ao Costa e ao Medina, seus indefectíveis patronos.
Se a cidade tivesse mais uns “Zés” ao serviço, se calhar já estava em bancarrota. Os milhões do “Zé” já muito ajudaram o Medina a aumentar os impostos. E é este “Zé” que vem declarar o seu “amor “ à cidade. E é este Medina que lhe apara as candidaturas e o conserva como uma jóia no seu ilustre plantel! E é este “Expresso” que lhe dá guarida, sem fazer perguntas.
Boa tarde.
24.3.20

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