IRRITADO

O SOCIALISMO É A FILOSOFIA DO FRACASSO, A CRENÇA NA IGNORÂNCIA, A PREGAÇÃO DA INVEJA. SEU DEFEITO INERENTE É A DISTRIBUIÇÃO IGUALITÁRIA DA MISÉRIA. Winston Churchill


PLURALISMO, ISENÇÃO E INDEPENDÊNCIA

O jornal privado chamado “Público” tomou a notável iniciativa de pôr o “Povo” a “falar” com “os líderes políticos”.

 

Povo é toda agente. Não se sabe, nem interessa lá muito, como é que o “Público” faz a selecção dos felizes contemplados com o “diálogo” que lhes é oferecido. O IRRITADO, como não está interessado no assunto, não se queixa de não ter sido “seleccionado”.

 

Já no que respeita à escolha dos “líderes” a coisa tem que se lhe diga. Trata-se de um elenco de luxo. Nada menos que 5 camaradas o Jerónimo, o Louça, o Assis, o Chico e o Defensor Moura. Depois, dois tipos que não se sabe bem como entram num baralho destes: Passos e Portas (Paulo). Dito de outra forma: 3 comunistas, 2 socialistas, um dito social-democrata e um dito democrata-cristão. Cinco à esquerda do centro, dois no centro-direita.

 

O IRRITADO agradece, penhorado, esta demonstração de pluralismo político, isenção informativa e independência jornalística.

 

Daqui a pouco passamos a tratar o Belmiro por camarada. Ele que se ponha a pau com o pessoal que lá tem.

 

23.9.10

 

António Borges de Carvalho



11 respostas a “PLURALISMO, ISENÇÃO E INDEPENDÊNCIA”

  1. Um jornal – qualquer jornal – quer aproximar os políticos do Zé Povinho – leia-se, a CARNEIRADA que ainda cá vive e vota, porque não não quer ou não é capaz de ir apanhar cebolas em Inglaterra, ou lavar escadas em França. Esta carneirada é uma força formidável, indefectível – comodista, conformada, cobarde, ou incapaz, o facto é que permanece nesta miséria, e até se dá ao luxo de votar, como se o seu voto pudesse mudar o rumo dos últimos 30 e tal anos, por alguma magia. E então, o jornal escolhe os Assis, Louçãs, Portas, e Chicos da vida. A carneirada agradece: quem lhes dera tocar na manga da camisa de um único deles, quanto mais poder ser ouvido por tais deuses da política nacional! E o Irritado, irrita-se por serem estes os escolhidos, e não outros… porque são de “esquerda”. É realmente muito grave. Mas serão comunas, ou comunóides? Esta distinção, é muito importante.

    1. Carneirada cobarde?Você está a falar de quem?Aquilo a que você depreciativamente chama Zé Povinho,está muito acima do seu prevertido juizo!!!

      1. Acha, caro Tecelão? Folgo em saber. Ainda assim, interrogo-me: quem passa recibos verdes a uma agência de propaganda xuxa, para escrever milhares de comentários totalmente improdutivos na net, será realmente a pessoa mais indicada, para fazer essa avaliação?

        1. De facto você é uma bosta!!!

          1. Obrigado, fiquei esclarecido. Disponha sempre.

    2. Que diferença haverá entre comuna e comunoide?Não serão farinha do mesmo saco?Ou os comunoides padecem de mongoloidismo?

  2. Não se duvide que o “saneamento” na comunicação social em 11 de Março de 75 ainda faz escola. Esse assalto às instituições que difundem a informação (e opinião) funciona como um tumor que se estende a toda a sociedade. É um pouco assim por todo o lado, a todos os níveis. Por exemplo, em nas eleições presidenciais francesas de há 8 anos, 72% por cento dos professores votaram na esquerda. Por isso quando os suecos dizem que não querem por lá mais que um certo número de árabes e pretos, e votam nas forças politicas que isso defendem, por todo o lado se fazem manifestações de protesto… contra a vontade dos eleitores de outro país.Ainda se mantém, sob outras roupagens, a tentativa dos comunistas assaltarem o poder e dele escorraçar todos os outros.O impérvio Tecelão honrou-nos finalmente com as suas finezas. Fala-se em carneirada cobarde (e incapaz) e logo ele salta a terreiro, porque como bem sabemos é valente e muito competente – e, vamos lá saber porquê, sente-se ofendido. Vem como sempre, bravio e escatológico, alguém que desdenha argumentar (talvez ainda nunca lhe explicaram o que isso seja) e tomba logo na sua tendência natural, que é insultar aqueles que não alcança porque não pode.Ainda não entendeu que “when you judge another, you do not define them, you define yourself.” E também não tem consciência que a palavra “bosta”, na boca dele é mesmo isso, uma bosta.

    1. Ei-lo que chega inchado de sapiência,arrogante e cheio de prosápia,ou melhor,cagança,que é para dar com bosta,já que mereceu a sua escatológica atenção.Você sabe tanto da minha valentia e competência, assim como da minha disposição para me ofender,como eu sei se você tem dois testiculos ou não.Todavia tem a deslavada lata de tecer os considerandos que lhe dá na gana e ainda dizer que eu é que não percebi.Percebi,mas você pelos vistos só percebe em inglês.Não consegue ver o cisco no próprio olho.Achava-o incapaz de subscrever o dislate que o povo é uma carneirada.Depois disto, jamais conseguirá impressionar-me.

  3. Isto está a animar.Tal como previ, o “chamado” trás audiência.

  4. Um blog serve para cada qual expender – democraticamente, como é chique dizer – a sua opinião. E nesse juízo cada um se expressa da forma que melhor se coaduna com a sua forma de ver o mundo – a própria e aquela que lhe ensinaram em pequeno. O respeito por nós mesmos constitui a nossa moral, o respeito pelos outros traduz-se na nossa educação. A falta desses dois pressupostos explica muita coisa daqueles com quem nos cruzamos.Eu formo a minha opinião conforme aquilo que vejo, oiço ou leio de outra pessoa. Não pretendo que seja a sua vera efígie mas quando ela se exprime soezmente não consigo – nem quero – inferir que seja acima de medíocre.Os pensamentos exteriorizam-se por palavras que se traduzem em acções, e essas acções definem o carácter de uma pessoa. Uma pessoa presa de pensamentos indignos é forçosamente um sujeito raso. Estas toscas considerações vêm a propósito da elegante prosa tecelónica. No primeiro parágrafo, brilha alto fazendo alarde de variados sinónimos para um só atributo (o orgulho), num circunlóquio que permite aferir a riqueza do seu léxico. No segundo concede-me um razoável conhecimento das suas qualidades (afinal afirmei que todos sabemos como ele é valente e competente), enquanto se declara interessado pelos meus genitais, vá-se lá saber porquê.Em seguida, parece perturbado que eu exponha as minhas opiniões (deveria desenvolver as de outros?). Depois algumas particularidades de menor interesse, enleia-se num sofisma sobre os méritos dessa indefinida entidade a que chamamos povo. E termina atribuindo-me o desiderato – que nunca desejei – de impressioná-lo.O tom do comentário parece-me agastado. Porque será?

    1. O que eu deliro ao ler os seus rodriguinhos.Onde que você é mestre,convenhamos.Recordo-me que quando andava na instrução primária,havia por lá uns traquinas,que pela surrelfa provocavam meio mundo.De quando em vez alguem se passava dos carretos e ia-lhe aos fagotes.Sô pessora aquele menino bateu-me.A opinião nem sempre se baseia no real conhecimento dos factos,nem leva na devida conta os prós e os contras que estão implicitos.Logo as opiniões valem o que valem.A opinião tem bastas vezes fortes afinidades com o preconceito.E você tem-se revelado nos seus opúsculos deveras preconceituoso,e não só.Claro,que isto não passa de uma opinião.

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *