IRRITADO

O SOCIALISMO É A FILOSOFIA DO FRACASSO, A CRENÇA NA IGNORÂNCIA, A PREGAÇÃO DA INVEJA. SEU DEFEITO INERENTE É A DISTRIBUIÇÃO IGUALITÁRIA DA MISÉRIA. Winston Churchill


OS AUTÊNTICOS “VALORES” DA I REPÚBLICA

 

Com a devida vénia, atrevo-me a transcrever uma opinião publicada por Alberto Gonçalves.

O título é meu, ainda que retirado da transcrição.

 

Não vou aos touros, não gosto (genericamente) de fado e nunca experimentei o mais vago sentimento monárquico. Mas comemorar a I República é igual a comemorar o dia em que o nosso tio-avô contraiu sífilis. A abolição da monarquia constitucional resultou da acção de um pequeno bando de rústicos, de carácter, conduta e aspecto duvidosos. O regime imposto pelo bando foi um exercício de limitação sucessiva de direitos concedidos, é verdade que moderadamente, até 1910. Fora a famosa liberdade religiosa, um pretexto para perseguir o clero, no resto, contas por alto, condicionou-se a liberdade de expressão mediante censura activa, e a liberdade de voto, entretanto restrita aos alfabetizados cujo número, durante a vigência “progressista” de Afonso Costa e comparsas, misteriosamente quase não sofreu alterações (durante Salazar, curiosamente, sim).

As consequências imediatas de semelhante delírio traduziram-se na emergência do Estado Novo, que adaptou a trela nos costumes

e contrapôs ao caos governativo e económico um modelo de ordem, para alívio inicial das massas. As consequências a longo prazo ainda se sentem hoje, quando um país teoricamente civilizado festeja com pompa oficial a delinquência e o atraso de vida, afinal os autênticos “valores” da I República, de que afinal, para nosso embaraço, pelos vistos não abdica.



2 respostas a “OS AUTÊNTICOS “VALORES” DA I REPÚBLICA”

  1. Apesar de tudo,Portugal é hoje um país de cidadãos livres e não de súbditos e vassalos!!!

    1. Chamar a Portugal um país de cidadão livres (de casos Face Oculta, onde se prova quem é livre e quem não é) é de uma inteligência quase superior à de quem condena “países de vassalos e súbditos” como a Suécia, a Noruega, a Dinamarca, a Bélgica ou a Holanda, evidentemente tudo menos livres.. Tenha juízo nessa cabeça antes de escrever o que quer que seja!

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