OITO NOTÍCIAS FRESCAS
11 respostas a “OITO NOTÍCIAS FRESCAS”
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Quanto custa uma “fisga”?
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Nem são noticias muito menos frescas,diria antes,que são requentadas!Não são noticias porque não noticiam coisa nenhuma.Utilizam o estilo (Moura Guedes) vertem ódios e venenos,como já não é coisa nova neste blog,é matéria requentada.1-A homofobia é já um prato requentado que se serve por aqui.Até se podia ser homofóbico,mas ter uma certa urbanidade ao abordar o tema.Mas não,usando uma linguagem tipica de carroceiro,(com todo o respeito pelos carroceiros),vamos de fufas a panascas.2-A emigração é um problema grave das sociedades.Muitos factores concorrem para esse fenómeno,não é sério atribuir ao socialismo responsabilidades,eu iria mais pelo capitalismo.3-A discriminalização da interrupção voluntária da gravidez,foi um passo civilizacional que este país teve a coragem de dar.Para encurtarmos razões que dá sempre gozo a muita gente que por aqui bota opinião,quero manifestar desde já,que não sou adepto do aborto.4-É fácil zurzir em cima do défice.É o bombo da festa da direita,mas por desonestidade moral e intelectual não ousam explicar porquê.A demagogia faz o seu curso.5-Já agora se me permite,avançaria com outra ideia,pode ser que colha;E se privatizassemos o SOL e o OXIGÈNIO?6-Gonçalo Amaral,enquanto policia manifestou-se incompetente para deslindar o caso.Reforma-se e publica um livro com base em matérias que deveriam estar no recato da justiça,com que direito?Enquanto nenhum Amaral provar que os pais mataram a criança,para mim eles são inocentes.Até porque tenho alguma difilculdade em acreditar nesta tese,tambem sou pai.7-Acho que você está a prestar um péssimo serviço ao país.Se tem um saco cheio de provas sobre o que refere,deveria de imediato entregá-las a quem de direito,para que se fizesse justiça.Ou o seu conceito de justiça fica-se pelo que se diz e não prova?8-Quanto a Rebelo de Sousa,só me apraz dizer o seguinte;faz parte do mesmo saco de gatos que é o PPD!!!
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As notícias comentadas são, ou do próprio dia ou da véspera. Se isto não são notícias frescas, o que são notícias frescas?Se acha que utilizar criancinhas para fazer propaganda do lesbianismo está certo, vou ali e já venho.Se acha que a emigração dos portugueses nada tem a ver com a situação do país nem com a forma como tem sido governado, vou ali e já venho.Se acha certo pagar subsídio de maternidade a quem faz abortos, vou ali e já venho.Se acha que o défice não tem a ver com o governo, vou ali e já venho.Se acha que o preço da água deve aumentar, vou ali e já venho.Se acha que um polícia que foi corrido a meio de uma investigação é culpado de não a ter levado até ao fim… Se acha que não tem o direito de defender publicamente os seus pontos de vista, vou ali e já venho.Se acha que o problema do senhor Pinto de Sousa é judicial, e que não chega o que chega para provar que não é digno de ser primeiro-ministro, vou ali e já venho.Se acha que o MRS não é grande espingarda, então vamos os dois!
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Não concordo de forma alguma com a utilização de crianças para fins inconfessaveis.Infelizmente há rodos de exemplos,estou-me a lembrar dos pastorinhos de Fátima,aquilo foi uma safadeza canhestra.Quanto ao Pinto da Sousa o seu ódio figadal é por demais sabido e nada há a acrescentar,a não ser que,P.S. foi eleito pelo povo,e só ele terá a legitimidade democrática de o tirar do poder.Marcelo Rebelo de Sousa tem vivido de expedientes,nunca fez nada, nunca provou nada,fala,fala,fala…………….
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Leio o douto Tecelão e pergunto-me se o Irritado não deveria tentar o uso da psicologia inversa. Tudo o que aqui se escreve merece, logo à partida, a incondicional reprovação do nosso pirrónico amigo. Não são notícias, não são frescas, não são nada. Comigo reage ele sempre com essa mesma emulação, não acredita em nada do que digo e como certamente se deliciou com a obra de Cervantes, tomou por seu modelo o simpático Sancho Pança, que se jactava da sua ignorância, pois por mais de uma vez me avisou que ainda está para aparecer quem o convença seja do que for. Não posso dizer o mesmo porque tenho aprendido muito com ele.Talvez valha a pena que o Irritado escreva o contrário do que pensa e assim teremos o gosto de ver o litigante Tecelão… dizer coisas acertadas, por uma vez.Não será o caso dele, mas vêm-me à memória as palavras de Millor Fernandes, que do alto da sua experiência nos aconselhava que “em geral, quando a gente encontra um espírito aberto, entra e verifica que está é vazio”. E tal vacuidade é normalmente preenchida com “ideias recentes, muito próprias, todas modernas”, pois então.A queda do Muro de Berlim, essa prova materializada em betão de que o mundo democrático (República Democrática Alemã…) fruia tantos direitos e oferecia tais radiosos atractivos que os cidadãos do mundo capitalista tinham que ser privados, à força, de nele quererem entrar – o fim dessa maravilha progressista teve, entre outros, um efeito preverso: deixou os Tecelões algo órfãos de causas.Faleceram sem glória aquelas utopias de “acabar com a exploração do homem pelo homem”, propaladas com a mesma inconsciente intensidade com que hoje nos querem impingir outras. E como deixaram de poder patrocinar as falidas “virtudes” de um sistema económico que se afundou numa selva de mafias, os nossos progressistas passaram a ter que procurar novas bandeiras, já no interior do sistema “capitalista” (é aconselhável servimo-nos dos seus redutores rótulos, para nos poderem entender). E porque de tal derrocada de valores, quase todos os que vigoram, depois de postos à prova, são defendidos por aquilo que esses simplistas chamam “direita conservadora”, lá foram eles construir outras fabulações para poderem travar novas lutas.Matar fetos é crime, como irrefragavelmente determina qualquer consciência bem formada? Decerto existia desde que o mundo é mundo, mas sempre foi condenável? João Paulo II dizia que uma civilização que mata os seus filhos não tem futuro? Pois eles lá estão para quebrar lanças por essa nobre missão de “interromper a gravidez”, porque têm que ocupar sempre o campo diametralmente oposto da dita direita.Forjaram o eufemístico acrónimo IVG, como agora soletram o neologismo “homofobia” para tentar denegrir quem não concorda que se os invertidos têm todo o direito a existir, como sempre tiveram (Botto, Villaret, Calvário ou Ary não eram artistas aplaudidos pela sua arte?) não são propriamente – não são mesmo – gente normal, que propagará a espécie ou combaterá a iminente falência demográfica.E tal como depois de todo o século XX a laborar em erro, com milhões e milhões de vidas sacrificadas a essas doentias quimeras, já estão apostados em outras “propostas” votadas ao insucesso, os tais avanços civilizacionais em que o Tecelão se orgulha de ter colaborado.E como o Irritado se revolta com o indecoroso uso de crianças, que pela sua indefesa condição sempre evocam ternura nas pessoas normais (não é o caso dos que advogam o “passo civilizacional” de legalizar a sua morte in utero) para defender a repelente causa dos sodomitas e das sáficas – logo acorre açodadamente o Tecelão, escandalizado… com o termo empregue para definir as pessoas que obscenamente se servem de bebés para coonestar a sua desviante conduta.(continua)
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(continuação)E não contente com esse desacerto, invoca um absurdo paralelismo com os três pastorinhos, apenas eloquente em demonstrar a sua ignorância sobre o assunto. A única safadeza residia nos governantes de então, daqueles que o Tecelão gosta de defender, democráticos de gema. Só nesse ano, a república teve 5 governos, todos na verdade – aí acertou – “canhos”, canhotos, esquerdinos.E o seu herói Afonso Costa, então primeiro-ministro, que se ufanava de acabar com a Igreja em duas gerações (como mais tarde Hitler prometia um Reich de mil anos), começou nesse mesmo momento a ser apeado por 3 humildes crianças que apenas pediam que se rezasse o terço.Já me repito, mas para situações iguais, comentários iguais: quem vê o céu na água, vê os peixes nas árvores.
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Prezado ManuelB,Apesar de, em diversas ocasiões, ficar “IRRITADO” com o seu estilo sobranceiro, tenho de “dar a mão à palmatória” (metáfora, porque na realidade muito tive de a dar – outros tempos, em que o fenómeno do “bulling” paasava de imediato): FENOMENAL ANÁLISE.
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Com todo o respeito,aquele que você nem sempre nutre pelos outros,você faz-me lembrar um boneco de corda que eu tive quando era pequeno,lembro-me que lhe dava corda e o sempre em pé nunca mais parava.Espraiou-se quanto pôde e quiz,nem se refreou ao colar-me a ideologias que não comungo.Para mim não há boas e más ditaduras,são todas filhas de ditadores.Os mesmos que atacam a lei do aborto,são os mesmos que cinicamente obrigavam as mulheres a abortarem em vãos de escada e depois preseguiam-nas com a policia e huminhavam-nas nos tribunais.Se você acredita em milagres,o problema é seu,eu alem de não acreditar,acho criminoso o que fizeram aquelas três pobres crianças,mas duma seita que usou a santa inquisição para aniquilar os ateus,tudo se pode esperar.
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Meu caro Tecelão,Surpreende-me sinceramente que me possa considerar pouco respeitoso consigo ou com quem quer que seja. Já o disse e repito: noto em si qualidades pessoais que o tornam digno de estima (por isso frequentemente adjectivo-o de “estimável”). O mesmo não digo das ideias que defende, de todo. São essas que trato com o respeito que merecem, que é nenhum.Não o contradigo por desfastio e não leve a mal que tenha sorrido do seu “nem são notícias, muito menos frescas”. Vá lá que concordou que fossem oito!Por falta de espaço aqui, tempo meu e paciência sua, não responderei ponto por ponto às suas invectivas, mas redarguirei algumas.1. Fala em ditaduras. Nem de propósito, o 11 de Março foi há dias. À conta da invenção de uma revolta de militares que não foi (chamaram-lhe “inventona” em vez de intentona, lembra-se?) o Estado, nas mãos de uns malandros, alguns deles ainda hoje por si considerados “respeitáveis”, violentaram os direitos de muitos dos seus cidadãos, roubaram-lhes as empresas, congelaram-lhes contas bancárias e meteram-nos na prisão, obrigando outros a exilarem-se. Se odeia ditaduras (e Salazar não fez nada nem sequer vagamente parecido) isto é bem a epítome de uma. Gostaria de vê-lo dizer isso aqui, que Cunhal planeou esses actos ditatoriais, os militares de Abril os executaram e Soares em nada os exprobrou, senão quando sentiu que chegava a sua vez de ser esmagado também.Um dia explico-lhe melhor o que foi esta vergonhosa data, que os governantes de hoje remetem para o esquecimento, para melhor poderem “reprivatizar” aquilo que pura e simplesmente roubaram sem outro motivo que não fosse o que decidiu os capitães ao golpe militar e Sócrates a descobrir em si qualidades de “estadista”: dinheiro.Se Sócrates não comunga com essas ideologias (para usar a sua expressão) porque não o diz com a mesma clareza com que increpa o regime anterior?2. O cinismo (para usar a sua expressão) está em dizer que “obrigavam” as mulheres a abortar em vãos de escada. É o mesmo que invocar que a polícia “obriga” os ladrões a trabalhar de noite, coitados, e ainda por cima armados, os infelizes – e terem que matar de vez em quando (contrariadamente!) porque as vítimas prejudicam a sua vidinha. Com os métodos anticoncepcionais de hoje, só engravida quem quer, ou tem dúvidas sobre isso? Não vi NUNCA que os defensores do aborto se esforçassem por difundir as vantagens desses inócuos métodos. Porque politicamente não tinha impacto, não dava luta, não trazia votos. O Tecelão viu? Então se não viu, como ninguém viu, abra os olhos e cerre a boca se a usa para defender um crime, que está sempre a tempo disso.Saiba que está provado que muitos fetos sentem dor e isso é incontroverso porque os seus batimentos cardíacos aceleram descontroladamente durante a “intervenção”, seja em vãos de escada ou nos hospitais.O seu sentimento perante uma mulher que, em vez de protegê-lo, arranca o futuro filho que impensadamente deixou começasse a criar-se no seu ventre – vai para a “mãe” em vez do filho que é cobardemente esfacelado? Qualquer espécie animal defende as suas crias, menos a comunista, com Cunhal à frente, pela sua tese de 1940.Sempre houve mulheres que não podiam ou queriam criar os seus filhos. Não é de hoje. Mas antigamente, a roda da porta dos conventos (tão ridicularizada por estes “generosos” bloquistas) permitiam que essas crianças vivessem. E sabe que quase todas vinham acompanhadas de uma “marca” (um fio, uma fita, uma carta) que mais tarde permitia a muitas dessas mães, já arrependidas, voltarem a procurá-los, prática de que não se falava muito porque obviamente a todos convinham se não soubesse?O Tecelão comove-se com as mulheres “humilhadas” nos tribunais. São elas as vítimas, ou afinal os seres que elas por bruto desleixo deixaram começar a formar-se no seu ventre e por egoísta desumanidade arrancam como se fosse erva daninha?(continua)
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(continuação)3. O Tecelão fala da Inquisição. Não posso, para não o cansar, falar exaustivamente sobre os erros que a sua simples frase encerra. Sabe quantos foram os mortos, desde o primeiro auto-de-fé em 1540 ao último, salvo erro em 1795? Qualquer coisa como 1.300, não sei o número de cor. Dá 5 por ano. O que não tem qualquer comparação, nem remota, com o número de justiçados em todo o Reino, por sentenças dos tribunais civis. O último foi o padre Malagarida, em 1761, mandado executar por Pombal, irmão do inquisidor-mor. Talvez seja por isso que a Maçonaria lhe fez erguer a mais alta estátua em Lisboa. E muitas das suas vítimas foram entregues à inquisição por pessoas que nenhum sentimento religioso movia, tal como Cunhal denunciou à PIDE alguns dos membros do PCP que lhe poderiam fazer sombra, enquanto ele estava preso. Se quiser saber o que são verdadeiras perseguições religiosas, leia as descrições do que foram os pogroms escandinavos contra os cristãos.O Tecelão fala nas “pobres crianças”. Exactamente, a Igreja ajudava os pobres, através dos conventos que distribuíam alimentos, remédios e roupa a quem batesse à sua porta, que também se abrir para acolher as crianças abandonadas pelos pais (por isso o apelido “Santos” é tão vulgar). Foram os “avós doutrinários” do seus admirados socialistas que os extinguiram, pela mão de Aguiar.Claro que se os conventos das cidades foram aproveitados para quartéis e hospitais, para sossego da população, na província o esbulho dos bens e terras foi repartido pelos “camaradas”, do Palmela ao Pinto Basto, como hoje fazem com os lugares rendosos nas empresas públicas e Estado. Os pobres ficaram portanto mais pobres e desamparados, como hoje sucede – ou desconhece que o fosso entre ricos e pobres se alarga a cada dia que passa?Felizmente (segundo a sua crença, honrado Tecelão) Sócrates não tem esmagado todos – até os reformados – com impostos, para pagar esse regabofe e aquele que virá com as obras ciclópicas, porque a camaradagem dele precisa sempre de mais e mais, enquanto aos ineptos bastam as mentiras requentadas (é assim que se diz, não é?) para continuarem a repetir nesciamente. Não se ofenda que não é para si, antes para a ideologia que quer defender para prover o bom passadio de outros: a força imensa dos bois é apenas sustida por uma frágil soga porque lhes falta raciocinar. Por isso estão condenados a ser atrelados, carregar a canga – e ser chamados de bestas.É um pecado não usar o entendimento. E como em tantas outras situações, os justos pagam pelo pecadores. Eu tenho pago e não é pouco.
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