Para quem, como o IRRITADO anda em desvairadas partes, uns pequenos apontamentos sobre o que lhe é dado saber da mãe pátria:
- Ciente das suas responsabilidades internacionais, o governo da geringonça resolveu colocar, a par da dona Merkel, do Dr. Macron, da Teresa Maio, de mais alguns e até do Trump, um ministro qualquer que, em Portugal, ninguém sabe quem é e que, no estrangeiro, nem para a reciclagem quereriam.
- Entretanto, o CEO da geringonça andava não se sabe por onde.
(dizem-me agora que estava lá, mas não o vi, nem na TV, nem no facebook, daí o meu imperdoável erro, se for erro)
- O respectivo Chairman patrioteirava selfies e beijocas no Luxemburgo, perante o evidente tédio do Grão Duque (coitado), a turba multa dos tugas e a Nossa Senhora de Fátima. Somos os maiores, os maiores dos maiores – disse sua excelência – até ganhámos o euro e o festival das cantigas! Quando um presidente perde, totalmente, a noção do ridículo, algo vai dar raia, não é?
- No rectângulo, a dona Azoila, recém chegada do cabelereiro e devidamene controlada por uma rapariguita do comité central que costuma estar sentada atrás do Jerónimo, declarava que tudo minha gente estava em greve, exceptuando-se a maior parte, a qual, segundo números devidamente trabalhados, andaria pelos 70%, mais coisa menos coisa, se é que percebi, o que quer dizer 10 ou 20. Pode a dona Atroila estar descansada, que a geringonça responderá com amor às suas ingentes e justas exigências: aumentos para a função pública!, já!, 35 horas para todos!, já!. Um fartote. O mesmo, ou mais, exigirão a Catarina e as outras tontas, a fim de não perder o comboio. Alguém há-de pagar, raio! Têm toda a razão. como é evidente.
E fico por aqui. O resto do telejornal parece “O Crime”. Vou ler uns artigos do Guardian sobre problemas de habitação no RU, que me foram comendados por um amigo que nunca vi. Adeus.
26.5.17

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