Ontem à tarde, umas centenas de cidadãos juntaram-de ordeiramente junto à Assembleia para protestar contra as loucuras do governo, os confinamentos (prisão domiciliária), os abusos das máscaras, as manobras “sanitárias” contra as crianças, as limitações inconstitucionais que anulam direitos, a paralisia do SNS, a manipulação das estatísticas, a insistência nas más notícias, a propagação do medo, etc.,etc. Médicos, outros especialistas e cidadãos usaram da palavra. Não houve quem insistisse em teorias da conspiração ou outras maluquices.
Factos são factos. Com argumentos respeitáveis, há quem ponha em causa as “medidas”, a sua legitimidade e os seus catastróficos efeitos.
A polícia lá estava, como de costume. Como não houve pancadaria, nada houve a assinalar.
Aconteceu. Quem sabe que aconteceu? Ninguém. Não houve televisões, nem jornais, nem reportagens, nem entrevistas, nada. Parece que estava lá, perdido ou incorrecto, um jornalista da Lusa que terá feito um despacho. Ainda não vi os jornais de hoje mas, a avaliar pelos sites de “informação” a que acedi, nada consta.
É assim. Se a Catarina tivesse juntado sete taradinhos sentados numas cadeiras, todo o país teria sido bombardeado com as patacoadas da fulana. Se fosse um encontro de um ignorado sindicato da CGTP, lá estaria a matilha informativa. E assim por diante.
Tratando-se de uma manifestação “incorrecta”, nada constou. A “informação” está às ordens do governo, tudo o que não servir para reforçar o terror é censurado sem apelo.
12.10.20

Deixe um comentário