IRRITADO

O SOCIALISMO É A FILOSOFIA DO FRACASSO, A CRENÇA NA IGNORÂNCIA, A PREGAÇÃO DA INVEJA. SEU DEFEITO INERENTE É A DISTRIBUIÇÃO IGUALITÁRIA DA MISÉRIA. Winston Churchill


BRILHANTE FUTURO

O primeiro ministro já toda a gente sabe quem é, inimputável, mentiroso, trambiqueiro, vale tudo, tem mais lata que uma fábrica de tintas, borrifa nas pessoas, inventa coisas, cavalga o “consenso” do covide com segurança e desfaçatez – o que dá muita estabilidade ao governo. E a malta aceita, que remédio!

O Presidente da República, prenhe de “moral republicana”, lambe-se com o que o PM lhe dá a comer, num escandaloso seguidismo que, até dele, se não esperaria, ou não esperava a maioria dos que nele votaram. Perderá mais votos que os que tem andado a deitar fora, à espera dos que o Costa lhe arranje? Não se sabe, mas, se não os perder é porque o povo desistiu de existir.

O chamado chefe da oposição dá o seu aval a tudo e mais alguma coisa. A oposição também há muito deixou de existir. Andaram uns milhões a votar para isto.

Gasta-se tanto tempo e tanto dinheiro, tanta discussão inútil, para ter presidentes da República deste calibre (e doutros), e não se vê o descanso que seria termos um Rei, independente, verdadeiramente representante de todos e do país, digno e distante de circunstâncias passageiras, atento e estimável. Com defeitos pessoais, às vezes, mas sem preferências políticas que não sejam as da liberdade e da dignidade das pessoas e da Nação. Eu sei, eu sei que Portugal, nos termos constitucionais, “é uma república”, não uma nação, um país, um povo. Nasceu em 1910, não em 1141, diz a filosofia dos intelectuais de serviço. Mas, que raio, porque é que, em três repúblicas, as pessoas, injectadas por este pobre mainstream,  não dão por isso, nem são capazes de olhar à sua volta e ver o que se passa? Ainda há dias, dizia essa desgraça em figura humana que é o senhor Ferro, que “a democracia nasceu em 1910”. Eu sei que ao homem não se pode exigir muito mais que bojardas deste calibre, mas há alturas em que o calibre ultrapassa o dos canhões sem recuo.

Dê-se uma olhada ao que nos é proposto. Primeiro, o actual protector do socialismo nacional. Depois, três comunistas, proto comunistas ou social-populistas. Finalmente, o Ventura. E veja-se o que nos espera depois de mais um caríssimo, absurdo e inútil ou contraproducente trabalhão com as eleições presidenciais.

 

8.10.20  



4 respostas a “BRILHANTE FUTURO”

  1. Ora vamos lá: 1. Que legitimidade democrática tem alguém em que ninguém vota? 2. Que accountability tem alguém que não pode ser avaliado, impugnado ou demitido? 3. Que mérito ou aptidão tem alguém que herda um cargo, sem nada fazer para merecê-lo? 4. Que garante a independência ou a probidade de um rei? E se não tiver uma coisa nem outra? 5. Que raio de progresso é voltar a um regime medieval e injusto? Que virá a seguir, feudos e glebas? Dirá que os políticos são ainda piores – os de que não gosta, claro, porque os outros são fantásticos, a começar pelo Passos. Sê-lo-ão; mas pelo menos são corridos após alguns anos. Como nos livramos de um rei? Dirá que o rei coloca o país à frente de interesses pessoais. Mas nada garante que o faça. Veja-se Juan Carlos: apesar do berço de ouro é corrupto e trafulha. E mesmo que o faça, pode ser inepto, inútil, mentecapto. Dirá que traz união e estabilidade. União, perdoe, só a carneiros. Estou-me nas tintas para um chulão aristocrata. Estabilidade, não depende só dele, um mero corta-fitas. E de que vale um esgoto pulhítico estável? Dirá, enfim, que países avançados têm reis. Mas não são avançados por causa deles: os povos que lá vivem, produzem e que tão bem se governam é que os tornam avançados. Marrocos e Arábia Saudita também têm rei. P.S. 1141? Queria dizer 1143?

  2. Quer, então, dizer, com um rei é que era bom.Neste caso que o irrita, e noutros, o que é que fazia o rei? Nada, a não ser umas caçadas, viagens de barco e umas pinturas se tiver algum jeito.Dos reis ou rainhas, na Europa, os doutras paragens não contam, algumas vez demitiram governos?E continua a tratar por senhor o Ventura, nem o capachinho, nem o coleira ao pescoço, nem o aciganado vendedor de velharias prá tosse, nem o gesticulador orador de massas. Vá lá, arranje um adjectivosinho não vão pensar ter alguma coisa a ver com ele.

    1. Uma dica para pensar: segundo uma sondagem credível, os povos europeus que mais gostam do sistema político que têm são, sem excepção, monarquias.Não leu?

      1. Ó irritado, estás mesmo a perder o pé!Costumas ter graça quando te limitas a umas patacoadas sobre assuntos sem interesse.Ou seja, ninguém te leva a sério. Nem tu mesmo, suspeito !Que sejas monárquico, tens todo o direito! Que deves à República, nota !Mas quereres convencer alguém, é bastante cro-magnos !!!!!

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