O grande líder e educador das massas juvenis do Partido Socialista, cujo nome não cito por manifesta repugnância, detesta a diversidade e, preocupado com a “descriminação”, luta por “medidas que reforcem igualdades”.
Dessas medidas avulta a única que se conhece e que o jovem passa a vida a propagandear: o chamado casamento homossexual.
Entende o fulano que está a trabalhar para a “igualdade” quando alega que quem é ou quer ser diferente tem que ser tratado como igual. Não pode ser “descriminado”.
Ao contrário do que diz o grande líder, trata-se de uma sofisticadíssima forma de descriminação. Descriminação dos heterossexuais, que deixam de ter o direito à diferença que os distingue dos pederastas. Segundo a vontade igualitária do rapaz, tanto faz. O que é preciso é pôr a maricagem em pé de igualdade com os demais, sem ter em conta que o que é diferente deve ser tratado de forma diferente, sendo isto a única forma de colocar o diferente em pé de igualdade com os demais.
Não se percebe onde vão parar as políticas socialistas de “descriminação positiva” ou de tratamento das “minorias” com respeito pelas particularidades que as caracterizam.
Nem se percebe porque é que eu, por exemplo, não posso ir correr os cem metros nas olimpíadas, só porque há uns trutas que correm mais do que eu. Que raio, somos iguais, ou quê?
António Borges de Carvalho

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