Aqui há um ou dois posts, dedicou-se o IRRITADO a demonstrar como acha dever ser tratado o caso dos deficientes sexuais que arranjaram a história dos dadores de sangue para fazer mais uma propagandinha aos seus nobres costumes.
Borrifando-se na higiene pública, vem uma senhora Elza (com zê), obscura secretária de Estado, dizer que as gentes em causa têm toda a razão, isto é, que, por uma questão de igualdade (seja isso o que for no bestunto da senhora), não se lhes pode fazer perguntas sobre a sua vidinha.
Eu, que felizmente não sou igual à senhora (no conceito dela), confesso-me impróprio para dar sangue e não me preocupa nada que me perguntem porquê.
4.8.10
António Borges de Carvalho

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