1- Os partidos comunistas não aplaudiram o Presidente.
2 – O Presidente resolveu contrariar o cidadão Cavaco.
3 – O cidadão Cavaco foi-se embora porque “tinha que ir para casa”.
Devemos viver no único país dito civilizado em que há partidos parlamentares que não aplaudem o juramento do Chefe de Estado. À semelhança, aliás, de outrra gentalha, como o inigualável ultra-socialista Vasco Lourenço, coronel feito à pressa, que, com os capangas em que se converteram os chamados capitães de Abril, se recusou a ir a uma cerimónia oficial, porque não gostava do governo. Democracia sim, mas socialista, não é? O 25 afinal não é para todos. Galegada ou anti-democracia? Resposta: as duas.
O presidente resolveu dar uma facada ao seu antecessor, que tinha dito, com carradas de razão, que a democracia estava a ser amordaçada, uma evidência para qualquer democrata propriamente dito. Em vez de contrariar Cavaco dizendo que tudo andava pelo melhor, resolveu dar à casca. Galegada.
O cidadão Cavaco pagou o dar à casca dando à casca, isto é, não distinguindo o cargo da pessoa. Galegada.
Conclusão: a Galiza não é cá no sítio, mas galegos temos com fartura. E ainda há quem diga que a democracia está de boa saúde.
10.3.21

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