Essa perigosa quão ridícula deputada, alto expoente do racismo negro em Portugal, mulher convencida de que é, não só boa, mas a melhor, eleita, segundo diz, não por ter algum valor mas por ser preta, que trai quem a pôs no poleiro e se declara dona e senhora dos seus actos doa a quem doer, veio dar-nos mais uma imagem do que é o racismo militante e ultramontano e das razões que lhe (não) assistem.
Veio a lume, desta vez, comunicar a sua decisão final sobre a morte de um jóvem caboverdiano, atacado à saída de um clube nocturno por desconhecidos ainda não identificados. Segundo o seu alto critério, o agredido foi-o por brancos e por ser caboverdiano. A mulher expõe assim o seu ódio primário e o seu apressado e ilegítimo julgamento.
Ainda não vimos, nem veremos, da parte da criatura, a mesma indignação pelo assassinato de um rapaz branco, perpetrado por três guineenses já devidamente identificados e nas mãos da Justiça. Ninguém afirmou ainda que o crime destes canalhas foi um crime racista, pela simples razão que ninguém saberá ainda as “razões” do hediondo acto.
Dona Joacine já tirou, de um lado, todas as conclusões, e, do outro, nenhuma. O primeiro caso foi uma óbvia demonstração do (inexistente) racismo que impera na nossa sociedade, no outro, se calhar, terão sido alguns negros “descriminados” que, coitadinhos, tiraram desforço da sua injusta situação assassinando um branco, um racista por definição.
Quando gente desta tem assento parlamentar…
6.1.20
- Não confundir com o facto, legítimo, de o Embaixador de Cabo Verde ter apelado à investigação dos acontecimentos que levaram à morte de um cidadão do seu país.
- Também niguém disse que, se os suspeitos do segundo caso eram assaltantes, ladrões e passadores de drogas, era por ser negros!

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