Hoje, as notícias sobre o chamado SNS são aos pontapés. Indescritível. Não há médicos, nem enfermeiros, nem cirurgias, nem consultas, nem exames, nada. Não há dinheiro, nem pessoal, nada. As farmácias dos hospitais não têm medicamentos, devem tantos milhões que os laboratórios deixaram de fornecer. E por aí fora, um interminável manancial de desgraças.
Em matéria de horas perdidas em greves na saúde (72.000!) já foi duplicado o número das que se perderam em 4 anos de governo legítimo.
Aqui há dias, ouvi a pencuda bruxa-mor do PS dizer que tinham gasto mais dinheiro na saúde que o governo legítimo. Mentiu com a mais inacreditável desfaçatez, o que está na massa do sangue do partido. Terá desculpa por isso? Não! Mas safa-se, o que é inexplicável, mas parece que o povo é o que é. Também não tem desculpa.
A fulana que, dizem, é secretária de Estado não-sei-de-quê, acusou o povo das demoras nas bichas das repartições públicas. Não foi demitida. Pediu desculpa, não tem desculpa possível, mas a mentira, entre nós, paga.
Entretanto, ontem, uma funcionária do cartão de identidade (chamado “do cidadão”, pobre cidadão) aconselhou uma senhora a que, se queria uma senha, fosse para a bicha às 4 da manhã. Não foi despedida. Facto é que deu um bom conselho.
As consequências da geringonça estão por toda a parte, triunfantes. A coligação no poder, feia de propagandistas dos serviços públicos, de ferozes adeptos do “estado social”, da “saúde para todos, nem presta serviços públicos e, da saúde, dá cabo.
Os médicos dão à sola para a saúde privada (a preferida dos portugueses), ou para outras paragens. Os enfermeiros a mesma coisa.
Só este ano, já emigraram 10.000 estudantes universitários, sendo certo que a maior parte nem com as esmolas do Costa voltará.
O INEM também já não funciona. O call center leva 68,5 vezes mais tempo do que devia a atender urgências. Não há dinheiro, não há pessoal. E, se arranjassem pessoal, levariam 2 meses para o treinar.
Enfim, aqui fica meia dúzia de dados (entre centenas) para se avaliar o bem que a esquerda faz ao povo. E o povo, mandam as sondagens, é capaz de votar nesta infame porcaria!
2.7.19

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