Prevenindo os infelizes sobre o futuro que os espera, o magnífico ministro Matos Fernandes informou a plebe de que, ou mudamos de vida, “ou não há assimptotas que nos valham”.
Para esclarecer os leitores que, quiçá tão ignorantes como eu, não frequentam o elevado mundo das assimptotas nem comungam da genial inteligência do senhor Fernandes, fui, à procura de salvação, ao dicionário.
Então, é assim: assimptota é a “ Linha recta disposta em relação a uma ramificação infinita de curva, de modo que a distância de um ponto da curva a esta recta tende para zero quando o ponto se afasta indefinidamente sobre a curva”.
Portanto, meus amigos, arranjem umas assimptotas das boas, sob pena de fazer com que a humanidade desapareça da face da terra.
24.2.20

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