IRRITADO

O SOCIALISMO É A FILOSOFIA DO FRACASSO, A CRENÇA NA IGNORÂNCIA, A PREGAÇÃO DA INVEJA. SEU DEFEITO INERENTE É A DISTRIBUIÇÃO IGUALITÁRIA DA MISÉRIA. Winston Churchill


AFINAL, QUAL É O PROBLEMA?

Anda meio mundo preocupado com a falta de habitação no país, em particular em Lisboa. Leis às dúzias, regulamemtos, perseguições fiscais, Medinas, Rosetas, Catarinas & companhia desdobram-se em iniciativas, há programas ditos sociais ao pontapé, instila-se na cabeça de cada um o tremendismo habitacional, a ganância de alguns e o sem abrigo de outros, os preços dos andares, os valores das rendas, coisa que parece mais da competência da Catarina Martins que da liberdade contratual das partes. Uma hecatombe nacional sem precedentes.

Acontece que a UE fez um inquérito, chamado eurobarómetro, onde se conclui que a habitação “é dos temas que menos preocupam os portugueses”. Só para 7% é o referido como importante, sendo a média europeia de 12%. O que mais os preocupa é a saúde e a segurança social, com 44% de opiniões.

No mesmo jornal onde li estas informações era publicado um artigo sobre o estado absolutamente desgraçado em que se encontram as habitações sob a tutela do Estado, ou das câmaras municipais.

Que quer isto dizer? Que as instâncias públicas têm as suas habitações ao abandono, ao mesmo tempo que andam a arranjar as mais rebuscadas formas de pôr às costas dos particulares a solução dos problemas que “identificaram”, pelos vistos sem dar cavaco a ninguém, a crer am “estudos”, ou sem ter hierarquizado o que mais aflige as cada um.

Há muitas maneiras de deitar areia aos olhos da malta, de arranjar culpados, de perseguir as pessoas. Não é o que está na base do “pensamento” socialista? É, e aí está o problema.

 

24.2.20      



8 respostas a “AFINAL, QUAL É O PROBLEMA?”

  1. Admirar-se com as hecatombes provocadas pelos artistas que refere, desculpe que lhe diga, mas demonstra uma certa ingenuidade. Quanto às estatísticas da ue e sobretudo quando elas dizem que exprimem médias, eu olhá-las-ia com algum recato. Às vezes elas são mesmo como as da anedota que diz que se há dois amigos em que um tem 4 carros e o outro não tem nenhum, etc etc já conhece a história com certeza. Na Europa a diversidade é tal que, por muito geniais que sejam os seus burocratas, do ajustamento dos métodos para que se possam comparar 27 países resulta sempre uma estatistica ainda “mais ou menos” do que nos casos simples.Quanto às casa do estado ou das câmaras deixadas ao abandono, alugadas a amigos, etc etc acho que è mal de vários países europeus. Que eu saiba, pelo menos dos mais parecidos connosco: França, Itália e Espanha.Isto não é consolação nenhuma a não ser que pensemos como a Thatcher ( se não me engano ): o socialismo mantém-se enquanto tiver dinheiro dos outros para gastar. Como nós somos os mais pelintras, não há-de faltar muito para que o dinheiro acabe. E, sem dinheiro, nenhum socialista vai querer continuar no governo.

  2. Não sei quem respondeu ao inquérito, mas palpita-me que foram mais senhorios do que inquilinos. Ou então os inquilinos são todos antigos e pagam rendas antigas. Em Lisboa, em 2019, a situação estava assim: https://jornaldenegocios.pt/economia/rendas/detalhe/rendas-levam-metade-do-rendimento-das-familias-em-lisboa«Taxa de esforço para aquisição da casa própria: Oeiras 44%, Cascais 53%, Lisboa 58%. Taxa de esforço para arrendamento: 67%. Nas freguesias da capital, a taxa de esforço no Parque das Nações chega aos 99%.» Qual é o problema? O problema é a ganância dos senhorios. A especulação dos ‘investidores’. A mentalidade rentista de viver sem trabalhar, sem criar ou produzir nada, sem acrescentar um posto de trabalho, a explorar uma necessidade essencial. O mercado e a “liberdade contratual das partes” não chegam quando a procura supera tanto a oferta. Uma casa não é um carro que sai duma linha de produção, ou um serviço que se pode comprar aqui ou ali. É um bem caro e finito num espaço limitado. Não é preciso ser socialista para ver isto, basta ter olhos na cara.

    1. «Não sei quem respondeu ao inquérito, mas palpita-me que foram mais senhorios do que inquilinos.» O Bastos não sabe, palpita-lhe! E da sua palpitação, que é tudo quanto lhe basta, assim é construída a sua percepção de realidade. Que inveja tenho eu do Bastos e das suas palpitações e que mundos fantásticos com a melhor fantasia poderia eu construir com tais dotes de palpitação… «Em Lisboa, em 2019, a situação estava assim:https://jornaldenegocios.pt/economia/rendas/detalhe/rendas-levam-metade-do-rendimento-das-familias-em-lisboa«Taxa de esforço para aquisição da casa própria: Oeiras 44%, Cascais 53%, Lisboa 58%. Taxa de esforço para arrendamento: 67%. Nas freguesias da capital, a taxa de esforço no Parque das Nações chega aos 99%.»» Curioso como tanto o Bastos como os jornalistas que noticiaram esse estudo se focam imediatamente naqueles que consideram ser os piores exemplos desconsiderando 7 dos concelhos que compõem a Área Metropolitana de Lisboa em que a taxa de esforço fica abaixo do valor máximo recomendado de 35%. O que o Bastos aí coloca parece ser um daqueles estudos que são encomendados para suportar um ponto de vista. Se fosse mesmo um estudo com um propósito sério não seria suposto os jornalistas abordarem a realidade de todos os 18 concelhos? Mas não, focam-se apenas nos concelhos mais caros e depois, dentro do concelho mais caro, focam-se nas freguesias mais caras. Ora tenha lá dó mas isso é um total enviesamento do que deveria ser um estudo sério desta natureza. «Qual é o problema?» Ora aí está o mote certo para um estudo sério. «O problema é a ganância dos senhorios. A especulação dos ‘investidores’. A mentalidade rentista de viver sem trabalhar, sem criar ou produzir nada, sem acrescentar um posto de trabalho, a explorar uma necessidade essencial.» Mas estudos sérios para quê? Basta perguntar ao Bastos que o Bastos, ainda antes de piscar os olhos duas vezes, já identificou as causas de todos os problemas. «O mercado e a “liberdade contratual das partes” não chegam quando a procura supera tanto a oferta.» E ainda antes do terceiro piscar de olhos já mostrou a solução: acabar com o mercado, acabar com a liberdade contratual. Estupendo, genial mesmo! «Uma casa não é um carro que sai duma linha de produção, ou um serviço que se pode comprar aqui ou ali. É um bem caro e finito num espaço limitado.Não é preciso ser socialista para ver isto, basta ter olhos na cara.» Aí tem toda a razão, apesar dos socialistas serem especialistas (e, digo agora eu, outros ainda mais à esquerda serem ainda mais especialistas) na realidade basta ter na cara os olhos do Bastos para se ver tudo isto: problemas inventados, culpados do costume encontrados e soluções delirantes apresentadas… tudo isto ainda antes do terceiro piscar de olhos! Ora, caro Bastos, seja sério se quer respostas sérias.

      1. Assim, Anónimo? https://jornaldenegocios.pt/negocios-iniciativas/detalhe/taxa-de-esforco-media-em-lisboa-e-de-86https://observador.pt/2020/02/10/taxa-de-esforco-para-arrendar-casa-em-lisboa-e-quase-o-dobro-que-em-berlim-e-barcelona/https://visao.sapo.pt/imobiliario/2019-07-26-casas-para-a-classe-media-em-lisboa-absorvem-quase-70-do-seu-rendimento/ https://dn.pt/edicao-do-dia/18-mar-2019/salario-medio-em-lisboa-so-da-para-comprar-casa-de-52-m2-10690530.html O do DN é o melhor: “Na cidade de Lisboa, com o metro quadrado ao preço de ouro, um casal com um rendimento conjunto de 2016€ consegue comprar uma casa de 52m2. Mas para isso precisa de ter poupado 47.684 euros para a entrada inicial, na expectativa de conseguir um financiamento máximo de 190 735 euros a 40 anos.Está a ver imensa gente com estes rendimentos a juntar 50.000 euros, não está? Isto para comprar um T1 pequenito em 40 anos… assim vale a pena. Para o mamão que o vende, e para o banco que mama os juros. Viu o salário médio líquido em Lisboa? 2016€ por casal. Taxa de esforço 35% = 705€ /mês. Imovirtual, apartamentos p/ arrendar em Lisboa: 2164 apartamentos. Até 800€: 126 apartamentos. 94% custam mais.Idealista, casas p/ arrendar em Lisboa: 3088 casas. Até 800€: 127 casas. 96% custam mais. É como as suas respostas: 96% divagações sobre mim, 4% argumentos e factos. Caso seja uma mulher fico lisonjeado com a atenção (quem desdenha…), mas não estou no mercado. Voltando ao mercado: A mama dos senhorios e dos ‘investidores’ ultrapassou há muito qualquer razoabilidade. Os preços subiram a pique, os salários estão iguais ou piores. É de loucos. É pura ganância em roda livre. E tem de acabar.

        1. Há por aí muitos fazedores de catástrofes que adoram empolar relativamente pequenos problemas de modo a torná-los, pela imaginação e interesses próprios (pessoais ou ideológicos), em grandes problemas como se afectassem toda a sociedade. Tal como o Bastos, dizem umas verdades óbvias, impossíveis de não se concordar com elas, mas com elas pintam os cenários mais negros que, compreensivelmente, alarmam as pessoas que, por uma ou outra razão, estão mais susceptíveis a tais histórias. É uma receita bastante simples de apenas dois passos: quando não gostam de algo empolam os assuntos e se alguém com os mesmos interesses os ouve então juntos empolam ainda mais e depois, para se autolegitimarem, dizem que falam por extensas populações de afectados mesmo quando os verdadeiros afectados não são mais do que uma pequenina minoria. Mas, o mau, é quando depois, tais fazedores de catástrofes (sendo o Bastos claramente um deles), nos tentam impingir por qualquer meio as suas próprias soluções mirabolantes para os grandes problemas que inventam. E estas soluções ou as soluções do Bastos (como o próprio Bastos já admitiu) são essencialmente as mesmas: – acabar com os contratos livres;- criar entraves burocráticos;- afugentar os investidores;- acabar com os mercados;- voltar a pôr os senhorios como os assistentes sociais da habitação (alguns ainda o são);- regulamentar toda a actividade proveniente da iniciativa privada;(O Bastos que detesta ricos (e até remediados especialmente se cometerem o crime de serem senhorios) nem sei como se consegue ver ao espelho como capitalista que é!) Enfim, acabar com as liberdades que não gostam de ver nos outros parece ser o grande objectivo. Do Bastos incluído! Mas em tudo isto há aqui um pormenor: como a natureza humana não muda só porque se é de extrema esquerda, como bem ficou patente no caso Robles, não me admiraria muito que muitos destes fazedores de catástrofes do imobiliário tenham uma grande dor de cotovelo porque, apesar de serem suficientemente remediados, sentem que, para os actuais preços, já perderam a sua oportunidade no imobiliário. Podem até nunca antes ter investido no imobiliário, podem até nunca antes ter sequer pensado nisso mas sentem agora terem perdido a oportunidade de ganharem também eles algum com a subida dos preços, sentem inveja daqueles que conseguiram fazer negócio. Aposto que, conhecida que está a actual realidade, uns quantos adorariam uma nova crise do imobiliário para poderem também eles comprar a preços baixos e, uns poucos anos mais tarde, em nova recuperação do mercado, venderem também eles por preços novamente altos. Estou a divagar, dirá outra vez o Bastos cheio de razão, mas agora analisando essas suas noticias imediatamente se vê que não passam de exercícios teóricos. Sim, exercícios teóricos! Ora repita lá pausadamente: e-xer-cí-ci-os te-ó-ri-cos! Alguém pega nuns poucos dados e decide fazer contas ou até fazer comparações com outros países… claro que assim chegam a resultados que dão belos títulos sensacionalistas como se houvesse por aí imensa gente idiota a aceitar endividar-se por tais valores. Difícil mesmo e poucos o fazem é contabilizar a quantidade de pessoas realmente afectadas e isso também não se faz com sondagens genéricas como as que apresentam e tão-pouco se fazem com simples apresentação de taxas de esforço (e muito menos com exercícios teóricos). É preciso que sejam apresentados também os respectivos salários de agregados familiares reais (agregados que existam mesmo e não meramente fruto da imaginação desses teóricos) já que há que ter em conta que mais importante do que as taxas de esforço são os valores de esforço. O valor de esforço, de uma taxa de esforço por hipótese de 40%, de um agregado familiar com um rendimento de 3000 euros é diferente do valor de esforço de outro agregado familiar com a mesma taxa de esforço mas com um rendimento de 2000 euros.

        2. (continuação:) Esse excerto do DN, aparentemente o melhor pedaço de texto que o Bastos encontrou (já que teve o trabalho de o copiar para aqui, aliás, o próprio Bastos referiu ser o melhor), não passa, mais uma vez, de um exercício puramente teórico. Ora releia-o lá mas agora com a devida atenção. E-xer-cí-ci-o te-ó-ri-co, do início ao fim! O que vocês da extrema esquerda não percebem nem nunca perceberão ou nunca admitirão em público é que se os preços actuais estão altos é porque há pessoas com dinheiro a aceitar pagar preços mais altos. Claro que há sempre algumas pessoas com mais olhos que barriga que se endividam para além do razoável mas isso sempre foi assim, preços altos ou baixos, e, regra geral, com um empurrãozinho do estado. O imobiliário também não vale aquilo que os donos pedem quando pretendem vender ou arrendar, o imobiliário vale aquilo que os compradores estão dispostos a pagar. O que eu mais vejo por onde ando são novas construções… e nem me refiro a grandes cidades como Lisboa, basta ir para a periferia ou até mesmo para localidades mais distantes e vêem-se, felizmente, novas construções a crescer quase como cogumelos. Não apenas o prédio de apartamentos isolado ou a moradia isolada mas também urbanizações de tamanho considerável tanto de prédios de apartamentos como de moradias agrupadas a formarem condomínios vedados e até mesmo novos armazéns e cada vez mais novos projectos de armazéns a ocuparem por vezes largos hectares. Novos armazéns com empresas a mostrarem antecipadamente grande interesse em virem a ocupá-los uma vez terminada a construção. Ou seja, mais riqueza já garantida para a respectiva região. O mercado auto-regula-se e, sem as interferências que este governo promete, aquilo que começou nas grandes cidades começa a espalhar-se para outras zonas. Frequentemente são os empreiteiros locais a aproveitarem as novas oportunidades e com isso a criarem também emprego. Loucura, loucura mesmo, daquela bem estrambelhada, seria acabar com toda esta iniciativa, como pretende o Bastos.

          1. “Mais importante do que as taxas de esforço são os valores de esforço. O valor de esforço, de uma taxa de esforço por hipótese de 40%, de um agregado familiar com um rendimento de 3000 euros é diferente do valor de esforço de outro agregado familiar com a mesma taxa de esforço mas com um rendimento de 2000 euros.” Não sei se está a gozar, se se explica mal, se é ignorante ou se é tapado; na dúvida vou considerar a primeira. Deve estar também a gozar sobre os “teóricos”, pois forneci quatro fontes diferentes, nenhuma deles o Avante, preços, salários, taxas de esforço, números concretos e comprováveis, e v. apenas mais palanfrório. Acho bem que goze: a vida são dois dias, tristezas não pagam dívidas, etc. Para encerrar o tema. Os preços do imobiliário dispararam sem que os salários ou nada mais tenha mudado. Num país onde 1/4 das pessoas ganha 600 e tal euros e a maioria não chega a 1.000€ líquidos, são hoje banais preços de 400 e 500 mil euros – por casas que, há poucos anos, custavam menos de metade. Até já é banal ver preços de um milhão ou mais. O mercado, como disse alguém, é a lei da oferta e da loucura. As casas são as mesmas, a cidade é a mesma, o país é o mesmo. Só a mama subiu a pique. Mama, especulação, ganância e chulice numa necessidade essencial. Mas desta chulice não fala o Irritado; como é privada já está bem.

          2. «Não sei se está a gozar, se se explica mal, se é ignorante ou se é tapado» Apesar da reacção adversa do Bastos reconheço que não fui claro e por isso farei uma nova tentativa, se bem que o Bastos não seja particularmente merecedor de esclarecimentos dada a sua atitude. Pois aqui fica explicado de melhor maneira o exemplo que quis dar: > Com uma taxa de esforço de 40% e rendimento do agregado familiar de 3000 euros: 3000 x 40% = 1200 São 1200 euros para a renda e sobram 1800 euros para tudo o resto > Com a mesma taxa de esforço de 40% mas rendimento do agregado familiar de 2000 euros: 2000 x 40% = 800 São 800 euros para a renda e sobram 1200 euros para tudo o resto. Com a mesma taxa de esforço o primeiro agregado familiar fica com mais 600 euros disponíveis para todas as restantes despesas do que o segundo e é esta a razão porque não é sério apresentarem esses ditos estudos só com a taxa de esforço, é absolutamente necessário incluírem também os respectivos rendimentos dos agregados familiares (agregados familiares reais) para se saber afinal qual o efectivo rendimento que fica disponível para todas as restantes despesas. Mais importante que taxas de esforço é saber que rendimento sobra. «Deve estar também a gozar sobre os “teóricos”, pois forneci quatro fontes diferentes, nenhuma deles o Avante, preços, salários, taxas de esforço, números concretos e comprováveis, e v. apenas mais palanfrório.Acho bem que goze: a vida são dois dias, tristezas não pagam dívidas, etc.» Li todas as 4 notícias que o Bastos aqui apresentou e a que tanta importância dá mas essencialmente o que aí fazem é usar esses “números concretos e comprováveis” para apresentar simulações. A notícia do DN debruça-se também sobre os salários mas, mais uma vez, também aqui o que fazem são simulações portanto mantenho o que escrevi mais acima: o que é apresentado nessas 4 notícias não passa de exercícios teóricos (excerto que o Bastos para aqui copiou incluído). Este tipo de exercícios pode ser bastante útil para quem está a pensar comprar ou arrendar casa mas nada nos diz sobre a realidade de quem já comprou ou arrendou, ou seja, no mínimo dos mínimos estes estudos deviam ter em consideração a quantidade de agregados familiares, a quantidade de elementos por cada agregado e o que lhes sobra depois de pagas as despesas com a compra ou arrendamento da habitação. Esta sim é que é a informação que realmente importa para nos inteirarmos do que realmente se passa em vez de ficarmos apenas sujeitos às alegações empoladas de vendedores de catástrofes como o Bastos. «As casas são as mesmas, a cidade é a mesma, o país é o mesmo.» Parece que o Bastos estagnou no passado. As casas quando são as mesmas ou estão renovadas ou foram mesmo remodeladas para se tornarem mais modernas e espaçosas. Se bem que ainda haja muito por fazer, a cidade está com um aspecto um pouco menos degradado exactamente devido à respectiva renovação das fachadas dos prédios intervencionados.. E o país já não está tão no fundo como estava no tempo da crise tendo conseguido tornar-se atractivo para o investimento imobiliário. Quanto ao resto do seu comentário, é apenas o Bastos a insistir exactamente no mesmo e a isso já eu lhe respondi em comentários imediatamente acima pelo que não me vou repetir.

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