IRRITADO

O SOCIALISMO É A FILOSOFIA DO FRACASSO, A CRENÇA NA IGNORÂNCIA, A PREGAÇÃO DA INVEJA. SEU DEFEITO INERENTE É A DISTRIBUIÇÃO IGUALITÁRIA DA MISÉRIA. Winston Churchill


AQUECIMENTOS GLOBAIS

Aquecimentos globais, há dois. Um será o aquecimento global propriamante dito que, a existir, será grave e provocará os desastres climáticos a que temos assistido. Outro é o aquecimento global do terrorismo ambiental. Mais uma vez, a terrível existência do chamado IPCC, das inúmeras maluquinhas como aquela sueca meia tonta, dos milhares de organizações milionárias como a Greenpeace (por cá sustentadas com dinheiro público), dos propagandistas da desgraça, de todos os que vêm lançando a humanidade numa atmosfera de monstruoso medo, distraindo as pessoas dos problemas reais que têm pela frente e consumindo ciclópicos meios financeiros. O IPCC, inimputável por natureza, já se enganou vezes sem conta nas suas catastróficas previsões, mas consegue manter a sua colossal propaganda do terror, de forma destrutiva, diria criminosa.

Tudo minha gente anda apostada em acusar-nos dos crimes que geram, dizem que indiscutivelmente, a hecatombe que se aproxima a passos largos. Hecatombe causada, sem lugar a dúvidas, pela acção destruidora dessa coisa abominável que dá pelo nome de humanidade. Porquê? Porque tal coisa produz um tenebroso gás, chamado CO2.

Preocupado com estas ameaças, andei às voltas com uns canhenhos, que reputo credíveis, e cheguei à conclusão que, a) a produção pelo homem do tal e tão temeroso gás anda por uma percentagem que não chega a 1% do total, sendo os restantes 99% produto da natureza, ou seja, do planeta, e b) que a existência do CO2 é fundamental para a da vida na Terra.     

Por outro lado, dizem-me os canhenhos que aquecimentos e arrefecimentos da Terra já os houve milhares de vezes, com humanidade ou sem ela, com combustíveis fósseis ou sem eles, com mais floresta ou menos floresta. Será que dilúvios, calores e gelos, vulcões, terramotos e tantas  outras desgraças, outrora causadas por deuses vingadores, o são hoje pelo CO2 – o mau – o tal produzido por nós, uma espécie de colesterol planetário?

Parece que valeria a pena parar para pensar. Será que o planeta, ao contrário dos muitos milhões de anos que já tem de vida, é agora assim tão sensível às acções humanas? Não será um pecado de orgulho pensar que mandamos nas planetárias birras? É o planeta que muda por nossa causa, ou nós que achamos que temos que mudar por causa do planeta? A meu ver, nem uma coisa nem outra.

Postas as coisas de outra maneira, será que, se temos tanto medo do que aí pode vir, não seria melhor prepararmo-nos para tal, por exemplo construindo diques contra a subida da água, intensificando a produção de alimentos, des-salinizando a água do mar, criando fontes de energia menos dependentes da variações do clima, um oceano de medidas com cabeça tronco e membros, em vez de andarmos entretidos com o CO2?

Fica a pergunta, sobretudo para aqueles (a maioria) que me vão chamar obscurantista, ignorante, parvo, jarreta, ou coisas piores.

 

15.8.21

Nota: outro dia ouvi na TV um tipo, que parecia saído dos confins da história (deve ser do comité central), resolver o problema, sem lugar a dúvidas: a culpa é do capitalismo,  disse. Acabado este, o planeta entraria nos eixos. Os meus cumprimentos pela subida inteligência da criatura.



5 respostas a “AQUECIMENTOS GLOBAIS”

  1. Entre os ‘negacionistas’ – um termo que detesto – o Irritado, honra lhe seja, sempre fez parte da facção mais suave: creio que nunca rejeitou liminarmente a hipótese do aquecimento ou das alterações climáticas; só a sua origem humana. Muitos, sobretudo americanos, até há pouco rejeitavam tudo: não havia aquecimento, alterações, tudo treta. Agora, a contragosto, lá admitem que algo se passa. Mas como ninguém gosta de ser um lorpa ou um canalha egoísta que se lixa para os outros e para o planeta, passaram para o campo do Irritado. Sim, algo se passa; mas não é culpa nossa. É a natureza, o universo, forças maiores do que nós. Há algo de tranquilizador nesta impotência: nada podemos fazer, logo nada temos de fazer. O status quo, o capitalismo, tudo fica como antes. Creio que é isto que atrai o Irritado. Claro que o capitalismo está por trás do problema: não que os países ditos comunistas fossem ecológicos, pelo contrário, mas pior é a ganância, o consumismo, a sede ilimitada de lucro e crescimento ‘infinito’. Ora a sua teoria desmente isto.Como não é nada com o seu caro capitalismo, continuemos como sempre. Siga para bingo.

  2. O post é compreensível, a nota é idiota e esclarecedora do que move o irritado, o comentário é excelente. O assunto é importante.

  3. Também há pessoas com informação científica que atribuem estas alterações e respectivas epidemias a aumento da poluição do espaço por radiações electromagnéticas e isso tem se sentido desde o aumento de radares e sensores até ao sistema 5G que encheu o espaço envolvente do planeta com inúmeros satélites retransmissores. E ninguém quer reduzir esse perigo porque isso tiraria negócios a muitos «donos disto tudo». Hoje cada ponto do nosso corpo é atingido a cada momento por milhões de radiações que não são inofensivas.

  4. Ó Irritado, esta é de …nem sei dizer de que.Então, …..’o planeta,….muitos milhões de anos….de vida, é agora tão sensível às acções humanas?’ Mas que raio de pergunta esta. Vamos lá pensar para eu perceber: metade dos muitos milhões de anos e mais metade e mais metade de milhões de anos quantos humanos existiriam para as suas acções fossem sensíveis ao planeta? Quantos milhões de anos não passaram para o planeta se ver com a revolução industrial?O planeta está como está há umas centenas de anos e foi a partir da revolução industrial que as acções humanas complicaram a vida de todo o planeta.

    1. Mentira. As subidas e descidas da temperatura devem-se não se sabe ao certo a quê. Fala-se muito em estudos científicos, mas ignora-se os que provam que tais subidas e descidas pouco ou nada têm a ver com o CO2 humano, que o CO2 já foi mais alto e mais baixo desde tempos imemoriais, como homem ou sem homem. Ignora-se o fundamental, por exemplo o CO, mais um cortejo de poluentes. Ignora-se, por exemplo, os malefícios das “renováveis”, quando se sabe de ciência certa que a única forma de obter energia em quantidade e em bom preço sem consequências ambientais é o nuclear. Mas a moda é a moda, e a humanidade vai gastando o que tem e o que não tem em modas como estas.

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