Às vezes, como uma banana durante a manhã. Hoje, porém, comi só meia banana. A outra metade fica para 2021.
Explico: fiquei verdadeiramente aterrorizado com a nova ameaça que sobre nós paira, corporizada nas brilhantes ideias dos “cientistas” da associação Zero (zero à esquerda, como é evidente) e de outros que tais, que postulam estarmos a consumir mais do que devemos, aproximando o mundo da fome generalizada, da exaustão dos recursos, do diabo a quatro.
Em 2020, diz uma tonta cheia de direito de antena, estamos a comer, a beber, a “gasolinar”, etc., mais do que a Terra pode dar. Pois. O planeta não só está a aquecer por causa do CO2, está também a ficar exaurido de alimentação, de bens de consumo, de bananas que foram comidas antes de tempo.
Aposto que a organização Zero é financiada pelos nossos impostos, como a maioria das agremiações deste género, e de centenas de outras inflorescências da sociedade civil, deste e de outros género, mas com fins paralelos: ganhar umas massas por instilar medos na cabeça das pessoas. Quanto mais medos fabricarem mais os governos têm medo, e mais financiam, com medo das queixinhas. Os media colaboram, como sempre, é preciso excitar para vender.
Não é fácil resistir, a pressão é muita, o terror é fácil, o sentido crítico não compensa, é mais prático alinhar.
E pronto. Incorrecto, vou comer a outra metade da banana. A maluca do Zero ainda não pode meter-me na cadeia. Ainda.
24.8.20

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