O tenebroso Mendes, no mar encapelado das suas frustrações pessoais e do seu ódio marcelista ao PSD, veio reclamar contra a “falta de sensibilidade social” dos tempos da coligação.
Poupar os menos “ricos” a qualquer aumento de impostos é falta de “sensibilidade social”? Ou será falta de “sensibilidade social” lançar impostos para todos? Defender o SNS com unhas e dentes apesar dos apertos financeiros é falta de “sensibilidade social”? Ou sê-lo-á levar o SNS às tábuas, ao estado de coma, ao amontoar descontrolado das dívidas? Será falta de “sensibilidade social” reformar o ensino e obter bos resultados pelo país fora? Ou sê-lo-á levar o ensino aos vergonhosos resultados há dias conhecidos? Será falta de sensibilidade social instituir a avaliação dos professores? Ou sê-lo-á acabar com ela, para depois vir dizer que os professores são os culpados e precisam de “formação”? Será falta de “sensibilidade social” não ceder sistematicamente a interesses duvidosos (olhem o BES)? Ou sê-lo-á o contrário (olhem o NB)?
Os exemplos são mais que muitos, mas o ódio do Mendes, avô da geringonça, ultrapassa tudo.
9.10.17
NB. O erro de Passos Coelho foi favorecer social-democracia a mais e política liberal a menos.

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