IRRITADO

O SOCIALISMO É A FILOSOFIA DO FRACASSO, A CRENÇA NA IGNORÂNCIA, A PREGAÇÃO DA INVEJA. SEU DEFEITO INERENTE É A DISTRIBUIÇÃO IGUALITÁRIA DA MISÉRIA. Winston Churchill


UM CAGALHÃO

 

Como prometera, o IRRITADO, hoje, não comprou o “Expresso”. Mas alguém que passou cá por casa trazia-o debaixo do braço. Assim, pedindo perdão a si próprio, leu os leads da entrevista do “engenheiro”.

Alguns excertos, que já são do conhecimento geral, mas merecem o devido destaque:

 

Aos idiotas (do PS) que andaram apaixonados por coisas que tiveram de negar faz-lhes muita impressão um tipo que sempre foi a merda de um moderado.

 

Aqueles gajos que se achavam a aristocracia (do PS) pensavam que eu tinha que ir lá pedir, pedir se podia, pedir autorizações. E eu pensei, raios vos partam, vou vencê-los a todos!

 

Estamos a falar de pistoleiros (a direita).

 

Aquele estupor do ministro das finanças, o Schäuble, todos os dias esse filho da mãe punha notícias nos jornais contra nós.

 

Os filhos da mãe da direita em Portugal deram cabo de uma solução apenas para ganhar(em!) eleições.

 

Custou-me os olhos da cara pedir ajuda… Assinei… Já ninguém, lá fora, dava nada por nós.

 

É preciso chegar ao fim das citações para encontrar alguma verdade: “já ninguém dava nada por nós”. Já ninguém dava nada por ele, ora essa!

 

Quanto ao resto, no comments. Para quê?

Por um momento, usemos a linguagem diplomática deste homem de Estado, dizendo que se revela o que sempre foi: um cagalhão em figura humana.

 

19.10.13

 

António Borges de Carvalho



4 respostas a “UM CAGALHÃO”

  1. Os cagalhões são como os pulhíticos: vão até onde os deixam ir. Numa casa grande como um país, controlada por partidos e “elites” podres, os cagalhões transbordam e invadem toda a casa. Há pessoas e instituições encarregues da faxina, mas ninguém limpa a porcaria. Porque quem manda não a quer limpar. Os cagalhões continuam a espalhar-se, circulando livremente. O fedor chega a todos os vizinhos. Estes ficam a saber que nesta casa/país é a merda que manda. E passam a tratar-nos como merda. Imparáveis, os esgotos partidários continuam a jorrar mais cagalhões. Os maiores, com a merda mais densa e mal-cheirosa, chegam sempre mais longe e sobem sempre mais alto. Ora se separam, conforme a cor e a densidade, ora se juntam numa grande, imensa bosta multicolor. E um belo dia, acordamos e damos connosco aqui. A merda chega ao tecto, o ar é irrespirável. Os cagalhões olham-nos de cima, triunfantes. A vida é impossível para os habitantes, mas eles não param de crescer. Uns dão entrevistas, outros coleccionam cargos, outros fingem governar, outros fingem opor-se-lhes. Só o fedor nunca muda. Resta-nos fugir, se pudermos. Os cagalhões ganharam.

  2. Tadinho do Irritado, define-se com UM CAGALHÃO

    1. Sempre distinto, sempre fino, sempre educado com esmero!

      1. Em suma, fui eu (Irritado) que escrevinhei CAGALHÃO.Assim sendo, este comentário “Sempre distinto, sempre fino, sempre educado com esmero!” é para mim IRRITADO!É esse o significado, caro (outrora) deputado António Borges?Isto porque, como certamente é do seu conhecimento, eu apenas tenho plagiado as suas “brilhantes” postadas de autêntico artista!!!

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