IRRITADO

O SOCIALISMO É A FILOSOFIA DO FRACASSO, A CRENÇA NA IGNORÂNCIA, A PREGAÇÃO DA INVEJA. SEU DEFEITO INERENTE É A DISTRIBUIÇÃO IGUALITÁRIA DA MISÉRIA. Winston Churchill


REPÚBLICA E IGREJA

 

Tenho aqui um artigo, escrito pelo comunista Rui Tavares, deputado “independente” do Bloco de Esquerda na Europa (está farto de passear à conta e até já foi à América!, hi hi), revoltando-se contra uma referência elogiosa que o Papa terá feito ao Cardeal Cerejeira.

Estou de acordo que quem meteu tal coisa na boca do Papa cometeu uma gafe.

O Papa não precisava de fazer tal elogio.

Mas fê-lo. E, se o examinarmos com mais algum cuidado do que o faz a cabecita “engagée” do Tavares, somos capazes de chegar a conclusões um tanto diferentes.

 

Cerejeira foi “metido na ordem” por Salazar.

A Igreja, vítima das perseguições jacobinas da I República, poderia ter aproveitado a ditadura para exigir “poder”, numa espécie de revanche que a alteração das condições políticas “justificaria”.

Salazar, esperto, “Manholas”, negociou com a Igreja a chamada Concordata, documento que, se conferia à Igreja um estatuto jurídico que a punha a salvo de mais perseguições, não deixava de a meter em certas baias patrimoniais e de influência. Foi, como os historiadores sérios largamente têm documentado, uma negociação dura, cujos resultados ficaram longe do que a Igreja almejava.

No entanto, como saldo final, Cerejeira ficou, para a Igreja, na posição de ter sido quem normalizou as suas relações com o poder, clarificando-as e obtendo um estatuto que, ainda que longe do que queria, lhe conferia liberdade e autonomia, ao mesmo tempo que regulamentava as relações do Estado com o Vaticano.

É normal que Cerejeira deva merecer do Vaticano algum reconhecimento.

É verdade que, em troca, a Igreja de Cerejeira fechou os olhos a muita coisa e, nesse aspecto, fez mal. Mas, se considerarmos que os seus objectivos são os de conquistar as almas, não os cidadãos, havemos de convir que se justifica que algum benefício da dúvida lhe fosse dado.

 

Salazar precisava, para consolidar a República, de meter em baias os maiores inimigos do regime: a Igreja e os monárquicos.

Com a Concordata, conquistou os católicos.

Com o fim da lei do banimento e a chamada a Portugal do Herdeiro da Coroa, calou os monárquicos e, enganando-os, conquistou-os tanbém.

Metidos no “saco” os adversários do regime, consolidou a República de forma que os próceres da sua primeira versão jamais tinham conseguido.

Bem fariam os que hoje gastam fortunas a comemorar os desmandos da primeira República se agradecessem à segunda o que pela República fez.

A diferença entre eles e a Igreja é que esta vem dando provas de honestidade impossíveis de encontrar entre os admiradores da I República.

 

É por isso que o “historiador” Tavares diz as alarvidades que diz.

De historiadores destes está o inferno da cultura a abarrotar.

 

13.5.10

 

António Borges de Carvalho



7 respostas a “REPÚBLICA E IGREJA”

  1. Avatar de Pirata das Caraíbas
    Pirata das Caraíbas

    Convido-o a passar no blog “Centenário da República”, onde se discutem de forma séria alguns destes assuntos .Monárquicos e ,repúblicanos civilizados ,vão dando o mote para muitas conversas…http://centenario-republica.blogspot.com/Melhores cumprimentos,Pirata das Caraíbas

  2. Peço que o Irritado me possa perdoar que hoje não comente o que o seu artigo aborda, para poder responder a comentários que vi num artigo anterior e por falta de tempo não pude contribuir com o meu ponto de vista, servindo também para retorquir a um ou outro desajeitado aparte do Tecelão, que quando corre atrás do espírito quase sempre agarra a asneira (aquela divertida gracinha da água e vinho, lembra-se?).Tem este exórdio a ver com os deselegantes apodos ao Papa ou desprimorosas alusões à Igreja.É óbvio que nada do que li então me perturbou sobremodo, porque está longe de ser novidade ou demonstrar imaginação. A Igreja permanece há 2.000 anos, mas as pessoas que não a entendem já existiam antes. Talvez uns 4 séculos antes, vivia na China um sábio chamado Lao Tzu, que lançou as bases do Taoismo, um modo de encarar a vida com simplicidade, paciência e compaixão, numa doutrina muito próxima de Confúcio – e da cristã.Claro que havia os detractores, que se sorriam dessa íntegra via mística. Eles – cuja existência gravitava à volta das suas acanhadas pessoas, há tanto tempo desaparecidas para sempre – é que sabiam. E tudo o que não titilasse os seus instintos mais primários (comida, dinheiro, mulheres, etc.) afinal transcendia-os – e como não conseguiam compreender, uns mofavam, outros perseguiam.E Lao Tzu dizia só, serenamente:“Quando os homens de superior qualidade ouvem o Tao (ou Evangelho), praticam-no diligentemente. Quando o tipo médio dos homens ouve o Tao, metade deles acredita. Quando a espécie inferior de homens escuta o Tao, sorri-se cordialmente do que ouve.” É claro que o chinês não mencionou sequer a classe abaixo de inferior, que nem sequer sabe sorrir, apenas quer ofender aqueles que não consegue compreender.Aqueles hão-de passar neste mundo sem entendê-lo senão numa pequena parte (“Quem olha para fora, sonha. Quem olha para dentro de si, desperta”) e levarão daqui as suas almas enleadas em invejas, raivas, ânsias por bens perecíveis.Por isso as teorias marxistas entram neles como o sol por uma vidraça, tornando a sua vida numa perturbação infernal e reduzindo-lhe o vocabulário a termos como “luta”, “exploração”, “anti-isto e aquilo”, “poder”, numa gíria toda virada para o confronto.Exactamente o contrário do que a Igreja ensina e pratica. Tal confunde-os e irrita-os, levando-os a tentar, pelo insulto, que possamos reagir no mesmo registo, para que se possam sentir legitimados eles também. Sócrates tratou o Papa por “Eminência” para não agastar a sua amante, que julga que “Sua Santidade” não é mais que um tratamento protocolar? Esse casal poderá rir-se do grande feito, felizes na sua mútua pequenez, sem suspeitar que as pessoas educadas não ligam muito – sobretudo perdoam – tais faltas, por entenderem que lhes faltou terem sido educados na idade disso. É como se Sócrates tivesse deixado escapar um flato – e Bento XVI educadamente não o fizesse notar. Tem este Papa mais inteligência, educação, elevação, experiência, bondade – num só dedo do pé, que a família Sócrates au grand complet, incluindo o primo que está na China.Para terminar, ocorreu-me a bravata de Staline perante a pergunta de Laval sobre Pio XII ser consultado pelos Aliados em alguns assuntos europeus, no fim da guerra. Disse o georgiano: “Ah, pois – e quantas divisões tem o Papa?”Realmente o Papa só tinha os seus cento e poucos guardas suíços, armados com nada mais que alabardas e os renascentistas capacetes de ferro desenhados por Rafael. Mas apesar dessa desproporção, apesar de não contarem entre eles com assassinos a soldo como Ali Agca – o bloco soviético começou a implodir à conta dos terços que se rezaram nos estaleiros de Gdansk e a Igreja floresce, como se viu na visita a Portugal, em que o povo – o povo, sem ódios – e a juventude, com alegria, se juntaram com um civismo que nada tem a ver com as claques da semana anterior. Não duvido que, pelo seu lado, a alma do Tecelão encontre motivos para exultar com os feitos parlamentares do Ricardo Rodrigues ou as fintas do Mantorras. E não duvido, porque vou vendo aqui vertidos vários desses depurados valores e continuo a lamentá-lo – por muito que isso o constranja.

    1. Avatar de daniel tecelao
      daniel tecelao

      Lá vem você com a léria do costume.E para dizer o quê?Que um homem não é um homem,mas sim uma santidade.Quem sou eu para o contrariar,cada um acredita no que quer.Ainda gostava que me explicassem sem recorrerem aos dogmas o que é um santo,como se faz e para que serve.Não me impinja dogmas nem tretas de aparições e milagres,santos padres e quejandos.Não acredito numa igreja que para se impôr matou,roubou,violou,e continua a mentir,prega a humildade e a pobreza como condição para a salvação eterna e montou um império do qual um séquito vive á tripa forra.É uma técnica rasteira,pouco digna,que você utiliza amiudadas vezes,refiro-me á tentativa de me colar a ideias e pessoas com que não me revejo,mas fá-lo na tentativa vâ de me amesquinhar e provocar.Tenho tanto a ver com o Ricardo Rodrigues e o Mantorras como tenho a ver com o seu santo padre!!!

      1. A cada vez que o Tecelão arremete enfurecido e incoerente, agradeço a Deus. Agradeço-Lhe a educação que recebi (e que me permite, sem impaciência ou desânimo, tentar retirar das trevas o confundido e táctil comentador) e as ocasiões que Ele propicia de me aprimorar em resignação, como seja a de diligenciar o aperfeiçoamento do desencontrado Daniel, que etimologicamente significa “Deus é o meu juiz” e foi o nome porque respondeu o santo varão lançado por Nabucodonosor aos leões, que em benévola brandura – mais cordatamente que este seu agreste homónimo me trata – o aceitaram no covil onde coabitaram em concórdia.Devemos responder com inteligência mesmo às asserções mais indistintas – e é pela bondade e honestidade com que tratamos aqueles a quem elas de um ou outro modo minguam, que as alcançamos nós mesmos. Procuremos a felicidade em nós mesmos e ela ilude-nos, propiciamo-la aos outros e ela vem ao nosso encontro. O inconsiderado Tecelão labora em erro: a Igreja não matou, roubou ou violou ninguém. Foram alguns homens que em certo tempo a comandaram que praticaram esses erros, como hoje alguns padres pedófilos incorrem em pecado, mas a Igreja é muito mais, em número e tempo que esses sodomitas que sendo ateus o Tecelão acarinha e vestindo sotaina ele anatematiza. Todavia a doutrina da Igreja é toda ela benevolência e misericórdia e desde que haja arrependimento haverá perdão, que essa foi a essência da mensagem de Cristo.O futuro do maior pecador é tão imaculado como o porvir do mais santo dos homens, assim aquele queira emendar-se.Para pôr a questão ao nível sensitivo em que o incréu Tecelão tudo parece considerar, o santo não é alguém que opera milagres (do latim miror, ari, admirar-se), se por milagre ele julga prodígios sobrenaturais. São pessoas na aparência iguais a todos nós mas que se sobrepujam num esforço de ir além de si mesmos, para servirem aos outros, como lenitivo e como exemplo. A Madre Teresa não curou as chagas dos intocáveis de Calcutá com o toque das suas mãos mas remediou a vida de muitos deles com a oração, expressivamente plasmada no famoso poema “Anyway” e que gostosamente ofereço ao discrepante Tecelão.People are often unreasonable, illogical and self-centered. Forgive them anyway. If you are kind, people may accuse you of selfish motives. Be kind anyway. If you are successful, you will win some false friends and some true enemies. Succeed anyway. If you are honest and frank, people may cheat you. Be honest and frank anyway. What you spend years building, someone could destroy overnight. Build anyway. If you find serenity and happiness, they may be jealous. Be happy anyway. The good you do today, people will often forget tomorrow. Do good anyway. Give the world the best you have, and it may never be enough. Give the world the best you have anyway. You see, in the final analysis, it is between you and God. It never was between you and them anyway.

        1. Avatar de daniel tecelao
          daniel tecelao

          Caro Manuel:Certamente já percebeu que em matéria de crença e religião,sou um caso perdido,e por muito que se esforce não me consegue catequizar,já não tenho idade para isso.Pode não acreditar,mas fui educado na fé cristã.Igreja católica apostólica romana,e até aprendi o significado do meu nome em hebraico,andei na catequese,papai uma praga de missas,até crismado fui.Veja bem as maldades que me fizeram.Quando passei a ser dono da minha vontade,optei pelo que a minha consciência me ditou.É um deslavado descaramento dizer que a igreja não praticou qualquer mácula,mas sim alguns homens que em certo tempo praticaram erros.Ora bolas! E em nome de quem ou quê é que praticaram os erros?Erros? Qual erros,são práticas assumidas ao longo de 2000 anos.E não me refiro aos padres homossexuais,a sotaina não altera nada o que penso disso.Obrigado pelo poema.DÊ AO MUNDO O MELHOR DE VOCÊEM ULTIMA ANÁLISE É ENTRE VOCÊ E DEUSNUNCA FOI ENTRE VOCÊ E ELES.Há alguma hipocrisia na caridade praticada pelos crentes,fazem-na na expectativa de virem a ser recompensados na outra vida em que acreditam,não praticam a caridade de forma abnegada.A ideia maniqueísta de que os bons são os crentes e que os outros são os maus é uma manifesta sobrançaria.Haja Deus!!!

          1. Torturado Tecelão,Designo-o assim pelo que suportou em pequeno 🙂 – e por uma certa angústia que por muito que o negue, se pressente em si.Não faz sentido que me institua apóstolo on line, sobretudo porque não tenho envergadura para tal. Mas leio-o e não posso impedir-me de pensar naquela penetrante observação do António Aleixo, que explica tanta coisa de tanta gente em todo o tempo, como de resto é a pedra de toque da verdadeira arte. O pobre cauteleiro algarvio que mal sabia escrever, ia juntando a sua obra nuns vulgares cadernos que o destino quis que ardessem quase todos. Mas entre outros, deixou este ensinamento que interpreta a nossa índole melhor do que o poderão fazer muitos psicólogos:Quem prende a água que corre Por si mesmo é enganado. O ribeirinho não morre,Vai correr por outro lado.E é isso que se lê claramente em si, ainda que lhe repugne admitir. O seu sentido de justiça, que o tem, está menos bem direccionado. E claro que labora em erro quando defende que a sua alma se basta a si mesma. É o mesmo que sustentar que não precisou de ninguém na sua vida e que assim será até ao fim dela. Estranho que pense assim, e vou-lhe dizendo que isso é uma forma de – isso sim! – de altivez, sem hipótese de sucesso. Mas não vou macerá-lo com as minhas lucubrações. Digo-lhe ainda muito fugazmente sobre os mariquinhas – que hoje estão em festa porque conseguiram mais uma “vitória”, obviamente não irão sossegar por muito tempo, pois a sua inquietação não se prende com casamentos e adopções, mas algo muito mais fundo que não conseguirão nunca mudar, se não mudarem eles próprios.Creio que era Aristóteles quem dizia, há dois mil e muitos anos, que “a pior desigualdade reside em tratar como igual aquilo que é diferente”. E o “inventor” da lógica não pode estar mais actualizado no que defende, exactamente porque viu no fundo da alma humana e não se deixou ludibriar pelas suas manifestações, digamos assim, epiteliais.E ele até sabia do que estava a falar, pois o seu pupilo Alexandre da Macedónia tinha manhas de gay. O que não significa que não tivesse conseguido tudo o que empreendeu – e se não tivesse morrido com pouco mais de 30 anos, sabe-se lá o que teria cometido. No que concerne à hipocrisia na caridade de alguns cristãos, porventura existe, a par com muitos mais defeitos inerentes à natureza humana. Mas se alguém for caridoso com outrem mesmo pelos maus motivos, não deixa de praticar o bem. E não pense, como eu não penso, que os crentes são os bons e os ateus serão maus. As coisas não são assim, os bons são bons e aos maus estará reservada a misericórdia de Deus, mesmo que eles não A acreditem. Como calcula, não Lhe importa muito que escrevam o Seu nome com letra minúscula. Escreve-se por aí tanta asneira, que esta nem é das piores. O Saldanha Sanches pode ter sido comunista, agnóstico, tudo aquilo em que quis acreditar. Mas também quis que as pessoas que se foram despedir da sua vida terrena o fizessem dentro de uma igreja.E acabo como comecei, com o Aleixo, naquela famosa quadra:Há luta por mil doutrinas.Se querem que o mundo andeFaçam das mil pequeninasUma só doutrina grande.É dessa “doutrina grande” que estivemos a falar agora, não há outra.

          2. Avatar de Filipe Bastos
            Filipe Bastos

            O Daniel Mer…Tecelão, brincadeiras à parte, disse o que devia ser dito, em poucas palavras. Eu direi em mais. A Igreja enferma do mesmo mal de muitos charlatães e sociopatas: faz o que eu prego, não faças o que eu faço. Arvora-se em farol moral da humanidade, mas contradiz-se a si própria na sua suposta “moral cristã”, e custou mais vidas inocentes do que muitas guerras reunidas. Aliás, causou mais guerras do que provavelmente todas os outras causas reunidas. No entanto, nenhum facto interessa à Igreja, ou a quem a defende, porque a “fé” está para além de factos: o reino da fantasia basta-lhe, e tudo o que o contradiga é automaticamente “sacrílego” e ignorante. Os críticos nunca vêem o quadro completo: são sempre mesquinhos que criticam o que desconhecem, aguardam o toque sagrado da “revelação”. Apetece dizer: dos amanhãs que cantam. Porque a Igreja está acima da crítica: se é a representante directa de Deus perante nós, reles mortais, investida por vontade divina e inquestionável, e se nenhum de nós somos Deus, quem somos nós para a julgar? Obviamente, ninguém. Nem sequer podemos questionar os seus dogmas: 150 anos depois da “Evolução das espécies” de Darwin, mantêm a historieta dos dois nabos que trincaram uma maçã; 30 anos e milhões de vítimas da SIDA depois, mantêm a condenação do preservativo. Além do desapego aos bens materiais, que cumpre com zelo inexcedível. O Comité Central (não é bem este o termo, estou confuso) da Igreja vive no fausto e na arrogância: o Papa dá-se ao luxo de viajar num batmobile, perdão, papamobile, à prova de bala, por MEDO. É descarregado como um qualquer milionário excêntrico no país onde vai acenar à populaça, e recolhido de igual forma, estilo Michael Jackson (que Deus o tenha). E é isto a herança de S. Tomás de Aquino? Afinal, Marx – perdão, Jesus – certamente era bem intencionado: disse coisas justas, porreiras, e tal. Mas foi mal interpretado. Homens maus, deturparam um bom conceito! Até pedófilos lá se abrigam, pelo visto com sucesso, durante décadas a fio. Haverá saída para esta ideologia, perdão, religião, num mundo cada vez mais afastado de Deus? O futuro não parece promissor. Mas recordo que há uns anos, e ainda em certos sítios, eu não estaria aqui a dizer calmamente estas coisas. Ou até podia estar, mas amanhã teria o prazer de ser esticado até aos 3 metros de altura, ou de ser queimado numa bela fogueira, não fosse o Diabo tecê-las. Valha-me Deus!

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