Segundo algumas pessoas sérias que ainda há por aí, as bocas expendidas pelo ministro Schäuble não só foram pré-monitórias como pecaram por defeito.
A indignação do drácula Galamba e da esquerda doida não contam com a mais que evidente realidade, ora reforçada com as tiradas contraditórias do chefe Costa e do chamado ministro das finanças, a mostrar que, mesmo no mais íntimo santuário dos aliados já ninguém se entende. Resta-lhes culpar o brexit, a pessegada angolana, a cáfila brasileira e outros azares internacionais. Recusam-se a perceber que o que se passa é que não há um só investidor, um só emprestador, uma só agência, um só governo que acredite nas maravilhas das reversões, das reestatizações, das quebras de contratos, na “palavra” desta gente, nos resultados das políticas de relançamento do consumo (para o sector público!). Não há quem não veja a crise bancária, quem não leia o novo contrato dos estivadores, quem aplauda as 35 horas, quem não saiba que a geringonça está a atrasar pagamentos de centenas de milhões (nem os acórdãos do Tribunal Constitucional cumpre!) para apresentar enganosos resultados e ir entretendo o pagode com dados acrobáticos.
É possível, e é verdade, que ainda há por aí muita gente a comer disto. Mas, meus amigos, lá fora é outra história. Por isso, o Prof. Schäuble avisou, e fez muito bem em avisar. Quem bem te avisa teu amigo é.
30.6.16

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