IRRITADO

O SOCIALISMO É A FILOSOFIA DO FRACASSO, A CRENÇA NA IGNORÂNCIA, A PREGAÇÃO DA INVEJA. SEU DEFEITO INERENTE É A DISTRIBUIÇÃO IGUALITÁRIA DA MISÉRIA. Winston Churchill


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O seventuário da notória racista Kakakakakatar apresentou-se em São Bento de saia plissada, toda bem engomadinha. Vestido de homem, mas de saia plissada. Porquê? Para se declarar gay? Por solidariedade para com  a notória racista, perita em fatiotas folclóricas? Para fazer propaganda a algum costureiro? Para denunciar algum “estereótipo”? Porque é parvo?

As hipóteses são muitas. Mas só uma é evidente: o alegado homem queria publicidade. Teve-a. Parabéns. De serviço permanente à nacional-parvoíce, a chamada comunicação social entra num frenesi, os comentadeiros estremecem, as primeiras páginas fervilham, há “ensaios” sobre saias históricas, artigos de fundo, um manancial interminável de bocas sobre o assunto. Ao ponto de se dar o exemplo do Dom Afonso Henriques em cota de armas, na primeira página. Coitado do Dom Afonso Henriques!

A somar ao oceano de publicidade que notória racista já conseguiu, temos agora a saia do palerma exibicionista.

Se calhar, ao contrário do que acima diz o IRRITADO, o lacaio da mulher não é nada parvo, ainda menos palerma. É um génio. Parvos e palermas somos todos nós, portugueses, que damos importância a estas merdas.

 

30.10.19



2 respostas a “PUBLICIDADE”

  1. O Irritado tem razão: claro que o tipo queria publicidade, e teve-a com fartura. Mas é curioso, não acha? Em rigor, tanto nos faz que ele vá de saia, de tanga, ou vestido de astronauta. Não acrescenta ou retira um milímetro à nossa vida, um cêntimo ao país, um grama ao ‘prestígio’ paralamentar. É rigorosamente igual. E no entanto, uma saia, a mais banal peça de roupa, usada todos os dias por milhões de mulheres, é um tema nacional discutido durante dias. Só porque um tipo, que ninguém conhece, decidiu usá-la para o Paralamento. O tipo será um palerma, um exibicionista, um gay assanhado, um ‘marketer’ arrojado, ou um pouco disto tudo.Mas e nós? O que é que isto, esta reacção colectiva, diz de nós? O que acha?

    1. Acho que a reacção colectiva é como o gajo e a sua patroa: uma merda.

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