Punhamos os pontos nos is nesta história da Câmara Municipal.
Há dois problemas:
a) O criado por uma armadilha policial montada pelos irmãos Fernandes para desgraça de um pato bravo de Braga;
b) O levantado por um dos Fernandes e por mais algumas “forças vivas” sobre alegados prejuízos causados à Câmara pela troca dos terrenos do Parque Mayer pelos da Feira Popular.
O da alínea a) segue os seus trâmites. Pela ordem natural das coisas o pato bravo irá parar à choça, os bufos serão incensados até à exaustão pelas boas almas da “informação”. Para já, não há outros comentários a fazer.
Quanto ao da alínea b) haverá que lembrar:
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O negócio foi feito pela coligação PSD/CDS (era Santana Lopes Primeiro Ministro) com o acordo e o aplauso do PS e do BE, gente que, agora, sob a velha/nova e verrinosíssima batuta do impossível João Soares, se apressa a tirar o cavalinho da chuva;
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O negócio foi provocado pelo veto do Presidente Sampaio ao casino no Parque Mayer. Sampaio esse que nem precisa de tirar o cavalo da chuva porque tanto ele como o cavalo se encontram a bom recato;
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Não há, nem da parte do Fernandes, nem da do BE, nem da do PS, qualquer sombra de legitimidade para pôr em causa um procedimento que aprovaram e aplaudiram.
NB.
1.Como o Irritado tem vindo a sublinhar, o Fernandes é, de todos os lisboetas vivos, o que mais prejuízos causou à CML, mais que não seja através da paralização das obras do túnel do Marquês.
2. O Irritado acha intolerável que, em aberta atitude de traição àquilo a que se julgaria ser fiéis, um tal Meneses e o intriguista Sousa clamem pelo terramoto (queda de Marques Mendes, eleições para a CML…) no PSD, ambos de língua de fora, à espera do chupa-chupa. T’arrenego!
António Borges de Carvalho

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