Segundo a dona Ana Drago, os problemas da banca só se resolveriam se toda ela fosse pública, assim cumprindo os desígnios da “revolução”.
É claro que, a salvo dos dinheiros “dados” ao sistema financeiro, só os milhares de milhões em boa hora entregues à CGD foram legítimos, e ninguém terá que os pagar. Não foram empréstimo, nem ajuda do Estado, mas aumento de capital e tramoias do estilo que a UE aceitou!
Não interessa nada que os empréstimos aos bancos privados que recorreram aos dinheiros da troica já estejam pagos, com altos lucros para o Estado. Quanto ao dinheiro que se pode dar por perdido, algum ainda é capaz de voltar. Mas, se fossem todos do Estado, nem tostão voltava. A filosofia do socialismo é assim.
Por outras palavras: dona Ana, saída, ao que se diz, do BE, mas continua fiel à cartilha.
30.5.19

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