Toda a gente notou já que o hediondo Cabrita não teve a dignidade de pedir desculpa aos portugueses pela monumemtal e policiesca aldrabice, digna do Komeini, que bolsou acerca da peregrina história dos livros para meninas e para meninos. Mesmo desmascarada em vários jornais e TV’s, a criatura prefere continuar indigna ou, geringoncialmente falando, manter a coerência com as normas da casa, as quais se opõem a qualquer aceitação de responsabilidade, culpa ou coisa que valha. A regra da geringonça é a da inimputabilidade, como é evidente e sabido.
Acontece que há uma “comissão”, paga por nós como é evidente, destinada a fazer a vigilância correcta da chamada igualdade de género, chefiada por uma obscura senhora, Cardoso de seu nome . Tal comissão, como é lógico, precisa de mostrar serviço. Por isso, sabe-se lá se a pedido do Cabrita, resolveu emitir parecer sobre a criminosa tradição do azul e do rosa para meninos e meninas. Ao ponto de utilizar desconhecidos e rebuscados critérios para “julgar”. Há, nos livrinhos, diz a espantosa “comissão para a ‘igualdade de género’” (CIG), três exercícios difíceis para meninas e seis para meninos. Calcula-se a inteligência que presidiu a este julgamento. A coisa, a ser verdade (é mentira, mas que se lixe) configura um “reforço da segregação”, supõe-se que das meninas. Tal distinta opinião é fruto de uma “avaliação técnica”. Por outras palavras, a agremiação, certamente integrada por “engenheiros de género”, emite pareceres “técnicos”. Nada de correcção, nem de demagogia, nada de estupidez nem de polícia de costumes. Que ideia! Técnica, maus rapazes, técnica!
Ao optar pelo azul e rosa (além dos aldrabados diferentes graus de dificuladade, que são mentira) os livros “acentuam estereótipos de género que estão na base de desiguldades profundas dos papéis sociais das mulheres e dos homens”. Esta filosofia de papelão parece inculcar que homens e mulheres são uma e a mesma coisa, não em direitos como pensavam os antigos, mas em tudo. Essa coisa de a generalidade das meninas preferir bonecas e a generalidade dos meninos se dar melhor com automóveis é coisa que jamais deveria existir. Por isso, os livros, sendo a favor(?) disto, vêm, segundo a CIG, “reforçar a ideia de que há desigualdade nas capacidades cognitivas” de uns e de outros. Por isso, os livros ora incluídos no “index” do politicamente correcto, chegam ao ponto de pôr meninas a pintar as unhas e meninos a pintar barcos de piratas. Crime, dizem elas!
A nova “civilização” verá, com o triunfo da CIG, da geringonça, do Cabrita e do BE, os meninos de unha pintada a brincar com Barbies, e as meninas a andar à porrada, a fim de instaurar a verdadeira igualdade! Ai de nós, tristes pessoas normais!
30.8.17

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