IRRITADO

O SOCIALISMO É A FILOSOFIA DO FRACASSO, A CRENÇA NA IGNORÂNCIA, A PREGAÇÃO DA INVEJA. SEU DEFEITO INERENTE É A DISTRIBUIÇÃO IGUALITÁRIA DA MISÉRIA. Winston Churchill


MERECIDOS ENCÓMIOS

O tristemente célebre Dr. António Costa vê hoje publicada, no “Público”, uma longa entrevista, sob a forma de artigo. É claro que não li a coisa, porque não gosto de ser… aldrabado. Fiquei-me pelos leads.

António Costa, o conciliador”, é o primeiro mimo com que o seu (dele) jornal o cognomina, letra garrafal, na capa da revista de Domingo. Lá dentro, mais garrafais maiúsculas. Assim: “António Costa / A paciência evangélica que o levou de Lisboa para o país”.

Ora bem (como o objecto destas loas do “Público” costuma dizer), vejamos:

O “conciliador” atacou selvaticamente o Seguro, coitadinho, e sacou-lhe o lugar via a palhaçada das “directas”. Dividiu o partido mais que qualquer outra pessoa, do PS ou de fora dele alguma vez tinha feito. Se a isto se chama conciliar vou ali e já venho.

O homem da “paciência evangélica” desatou aos insultos quando um tipo da televisão lhe fez uma pergunta incómoda. Quanto a paciência evangélica ficamos conversados.

Oo patriota conciliador e evangélico declara, orgulhoso, que jamais votará um orçamento que não seja o seu, assim traindo a sua querida república e propondo pôr o país numa infindável crise política, financeira, económica e social.

Tudo coisas merecedoras dos mimos do “Público”. E eu que julgava que era o Belmiro quem pagava o salário àquela gente…

 

20.9.15



14 respostas a “MERECIDOS ENCÓMIOS”

  1. “…não gosto de ser… aldrabado…”! Diz o irritadiço! Pois, na verdade gosta de … ALDRABAR, aliás na mesma senda de Passos Coelho.

  2. Após comprovar a paíxão do Público pelo sucateiro Costa, trago ao Irritado outra gira. Até mais gira.Quando este governo tomou posse, prometeu extinguir a Parque Expo – uma fábrica de tachos & tachões do Centrão, cujo passivo já passa os 232 MILHÕES DE EUROS. A extinção foi anunciada pela Ministra Cristas, do CDS.Ufa!, pensou o contribuinte, finalmente um governo de gente «séria e transparente» para acabar com o regabofe!Havia só um pequeno problema: era TRETA. A Parque Expo não só continua por aí, como – eis a parte mais gira – adjudicou há dias, por módicos 48.000 Euros, “serviços de assessoria jurídica” a uma sociedade de advogados. Detalhe: foi por AJUSTE DIRECTO – sem os maçadores concursos de que este governo tanto se gabava.E qual a sociedade de advogados contemplada? A de LUÍS NOBRE GUEDES… pulhítico e ex-ministro do CDS.Gente séria é mesmo outra coisa… Três vivas à D. Cristas, à D. Portas, e ao grande Passos!

    1. Sr. Filipe Bastos, sobre o seu comentário relativo à Parque Expo leia no seguinte link, da CMVM (Comissão de Mercados e Valores Mobiliários) o comunicado (06/10/2014) da assembleia geral da referida sociedade onde consta a decisão de encerramento, designando uma comissão liquidatária e estabelecendo 2 anos para a dissolução. Depois de ler, sugiro que se retrate ou em alternativa será V. Exa. o mentiroso, pelo menos na minha opinião pessoal! Ou se quiser poderá entrar em negação, como é habitual lá para os lados do Rato, e dizer que este comunicado público e publicado no respectivo regulador não vincula nada!E se permitir que lhe faça uma observação, quando comentar seja onde for assuntos destes e fazendo ainda por cima insinuações de qualquer espécie, informe-se devidamente sobre o assunto!

      1. Grato pela informação, que já conhecia, mas não deve ter lido bem. Vou repetir o que escrevi: 1) quando o governo tomou posse prometeu extinguir a Parque Expo; 2) a Parque Expo continua por aí. Em Outubro de 2016, a cumprir-se isto, será extinta. Mas estamos em Setembro 2015. Continua por aí. E daqui por um ano ainda estaremos a financiar os seus tachos, calotes, desvarios e mordomias.Dito de outro modo: poucos meses após tomar posse, o governo já conseguira saquear o país – algo que prometera não fazer; mas em toda a legislatura não conseguiu extinguir a Parque Expo – algo que prometera fazer. E os desvarios, como se vê, continuam. Como este ajuste directo, que, compreensivelmente, ignorou na sua resposta.Mas não desista, Alexandre. Desta vez levou na pá, talvez a próxima corra melhor.

        1. O seu tom é o mesmo do outro, quando lhe agrada o tema. Não, não levei na pá, nem um tema destes é um jogo de futebol. Pelo que vi V. Exa. não faz a mínima ideia do que é uma comissão liquidatária e muito menos uma noção sequer do que é gerir uma empresa, ainda para mais daquela envergadura, por isso, quando se estabelece um prazo de 2 anos é obviamente para acautelar todas as responsabilidades da instituição. Senão quer ou não sabe compreender, isso já é consigo!Quanto ao ajuste directo, como saberá mas não quer dizer, sendo uma empresa – e não o próprio estado ou um organismo público – claro que pode contratar por ajuste directo. Ou acha que agora para contratar uns serviços jurídicos certamente indispensáveis ao encerramento da empresa ir-se-ia estar à espera dum concurso público! Tenha Juízo! E seja sério naquilo que discute!E ainda lhe digo mais pena que o Dr Nobre Guedes não tenha tempo para lhe instaurar o processo que cível que merecia por fazer as afirmações absolutamente descabidas que aqui fez, talvez lhe tirasse uns Euros daqueles que recebe para vir para aqui e outros lados fazer campanha assente em falsidades!

          1. Faz bem em persistir. Sim, claro que compreendo que estes anos são para «acautelar responsabilidades»… e já agora acautelar a MAMA, sempre merecida, dos administradores, assessores, e demais mamadores. Mas não são dois anos, Alexandre, são cinco! A extinção foi anunciada em 2011, lembra-se?E agora os ajustes directos já são bons? O seu governo dizia que vinha aí uma era de transparência, cheia de concursos e tal… e em quatro anos não conseguiu fazer este? Tá certo…Também tenho pena que o «Dr» Guedes não tenha tempo. Só ainda não percebi que mentira é que eu disse.

          2. O senhor continua a insistir em tratar estas matérias como se de clubes de futebol se tratasse. Em primeiro lugar, volto a lembrar-lhe o que já escrevi por 2 vezes uma empresa desta dimensão não se fecha de hoje para amanhã. E certamente tudo o que fez não foi de mau, até porque graças também a ela hoje tem naquele local um espaço bastante melhor do que tinha antes da Expo 98. Quanto a concursos públicos e ajustes directos, há em Portugal um “falso pudor” em assumir que são instrumentos de gestão diferentes e que não se deve cair em tentação nem de andar a fazer ajustes directos por tudo e nada assim como concursos públicos. Quando por exemplo tiver uma torneira avariada na sua casa, em vez de chamar um canalizador chame 10, peça orçamento, analise, formalize a entrega do trabalho e entretanto já ficou com a casa toda destruída com a inundação. Seja EM QUE GOVERNO FOR que mal tem os ajustes directos quando usados de forma transparente??! Eu não vejo nenhum… Tenham todos uma boa noite!

  3. Avatar de Asno do Largo da Rata
    Asno do Largo da Rata

    Grande Filipe. Se não houvesse por aqui burros, tu sozinho chegavas para encher o palco e levares o fardo de palha ao costaAssim também entraves no grupo conciliatório dos jornaleiros do público.No entretanto vais dando uns coices para o ar

    1. É simples, asno: se eu disse alguma mentira é só apontá-la. Até agradeço.Não pode é chamar nomes por chamar, entende, de contrário só confirma que é asno. E isso já sabíamos.

      1. O ex-ministro do Ambiente Luís Nobre Guedes garantiu em tribunal, que a sua postura no processo Portucale foi “exemplar”, negando ter sido pressionado para assinar os despachos que permitiam a construção de um empreendimento na herdade da Vargem Seca.Luís Nobre Guedes na verdade não se chama assim. O “Nobre” não vem no registo. Quem tinha o apelido Nobre Guedes era o seu avô. Na II Guerra Mundial Francisco José Nobre Guedes, diplomata de carreira, ocupou um posto-chave: a representação de Portugal na Alemanha de Adolf Hitler. Embora ideologicamente mais próximo do III Reich, Salazar defendia uma política oficial de neutralidade. Já o embaixador em Berlim preconizava aproximações às autoridades nazis. A divergência acabou em ruptura: Francisco Nobre Guedes foi demitido de embaixador. E não mais autorizado a ocupar cargos públicos (limitou-se a presidir durante uns anos ao Comité Olímpico de Portugal). O seu filho Felipe, também Nobre Guedes, decidiu não passar o apelido “maldito” aos netos do embaixador, receoso das consequências. Mas Luís sempre o usou.

        1. Interessante. Ao que parece, o avô do exemplar Nobre Guedes foi o primeiro comissário nacional da Mocidade Portuguesa, sendo sucedido por Marcello Caetano, e «chegou a preconizar a filiação obrigatória para todos os funcionários públicos».Embarcou para combater na I Guerra, mas regressou pouco depois «por ter sido declarado incapaz por uma junta hospitalar». Era «germanófilo, com ideias radicais e puristas próximas do regime alemão». Foi nomeado embaixador em Berlim em 1940, «abandonando inesperadamente o seu posto em Março de 1941, fugindo aos bombardeamentos aliados». Ao contrário do avô, o exemplar Nobre Guedes não precisa de fugir de guerras ou de bombas. O regime até mudou, mas a famelga Nobre Guedes continua a mamar calmamente e em segurança.

          1. Caro Filipe, Cuidado com o Alexandre Sousa que nega ter levado na pá. Cuidado com ele, não por essa negação, mas porque tem “…pena que o Dr Nobre Guedes não tenha tempo para lhe instaurar o processo que cível que merecia…”!

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