IRRITADO

O SOCIALISMO É A FILOSOFIA DO FRACASSO, A CRENÇA NA IGNORÂNCIA, A PREGAÇÃO DA INVEJA. SEU DEFEITO INERENTE É A DISTRIBUIÇÃO IGUALITÁRIA DA MISÉRIA. Winston Churchill


MARCELINO DA MATA

 

Porque é que os que andaram nas guerras do Ultramar são hoje pasto de insultos por parte de gente, ou esquerdista ou desinformada por décadas de “educação” e de “moral republicana”?

Porque é que III República, ao contrário das duas anteriores, se dedica a vilipendiar quem se bateu, no respeito por uma noção de Pátria com seis séculos de História?

Porque é que a socierdade aceita e glorifica os chamados historiadores que se dedicam a “rever” a História sob o confesso parti pris da a denegrir e falsificar?

Porque é que há quem aceite, e não puna, pelo menos com censura política oficial, um díscolo político do calibre do ultra-racista Mamadu Bá, infrene militante do ódio a Portugal e da trafulhice intelectual?

Porque é que um símbolo do amor a Portugal do calibre de um Marcelino da Mata, ao morrer, não é objecto de uma palavra do Chefe do Estado português?  Ou do chefe governo? Ou dos altos comandos militares?

Porque é que as cinzas de Marcelino da Mata não são objecto de homenagem oficial?

Porque é que a Honra de quem a merece é obnubilada pela de “heróis” (mesmo que alguma honra mereçam) de segunda – se com ele comparados – fadistas, futebolistas e tantos outros que o Presidente escolhe para celebrar os portugueses?

Porque é que um preto que escolheu ser português e bater-se pelo Portugal do seu tempo, não merece, sequer, um elogio oficial?

Será que se trata, agora sim, de racismo?

 

13.2.21



11 respostas a “MARCELINO DA MATA”

  1. A Petição: Expulsar Mamadou Ba de Portugal, acabou de dar um passo importante na direcção de uma mudança. Comece desde já a recolher assinaturas. Expulsar Mamadou Ba de Portugal : Petição Pública (peticaopublica.com)Mamadou Ba, ex-assessor do Bloco de Esquerda e dirigente da Associação SOS Racismo, proferiu declarações caluniosas no Twitter contra o Militar mais condecorado da História Portuguesa, o Tenente-Coronel Marcelino da Mata, um dia depois do seu falecimento.Marcelino da Mata serviu em mais de 2000 operações na Guerra do Ultramar, e depois do seu serviço foi humilhado, torturado, perseguido, segregado e ameaçado de perder a nacionalidade e de ser extraditado para a Guiné.Não é a primeira vez que Mamadu Ma profere frases e afirmações que colidem com os valores do cidadão comum e, infelizmente, apenas têm contribuído para fomentar o ódio e o mau estar entre as raças!Para terminar, serve a presente Petição Pública para que a Assembleia da República vote favoravelmente pela expulsão de Portugal de alguém que não se sente bem em Portugal nem com a nossa cultura e valores!Que esta expulsão sirva de exemplo!O sucesso desta Petição depende de uma divulgação eficaz. Por favor assine e peça aos seus contactos para assinarem.https://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT106283Obrigado!

    1. Obrigado. Em princípio, quero assinar a petição, mas o endereço que mandou não tem acesso ao texto, manda-me para o Registo Predial! Assim, não posso assinar. Se me disser como fazer, agradeço.

      1. Ó irritado, com esta do Marcelino da Mata está a CHEGAR lá a PASSOS largos. Agora com as assinaturas é continuar, e formar um exército de voluntários para a reconquista do império das nossas queridas províncias ultramarinas, que por cá nem Viseu escapa.

    2. deixe lá o homem em PT que este tipo de racistas anti patriotas fazem mais pela oposição sozinhos com os tiros que dão nos pés do que o inútil do Rui Rio…

  2. Marcelino da Mata foi um PORTUGUÊS EXEMPLAR.Grande MIlitar e GRANDE HOMEMIndependentemente de tudo o resto ele não lutava contra o seu próprio povo:Ele combatia os terroristas que ao serviço da União Soviética queria controlar a Guiné e cometeram os mais monstruosos crimes.Marcelino da Mata, nesses combates era tão leal, que antes de atacar mandava o corneteiro tocar porque não lhe parecia decente atacar homens desprevenidos, fossem ou não terroristas.Em 1975 foi detido no quartel do RALIS, Lisboa, e sujeito a tortura e flagelação praticada e ordenada por Manuel Augusto Seixas Quinhones de Magalhães (capitão), Leal de Almeida (Tenente Coronel), João Eduardo da Costa Xavier (capitão tenente).As sevícias que esta escumalha e estes carrascos fizeram ao valoroso militar foram monstruosas:escumalha agora espelhada naqueles que nem Bandeira a meia haste, nem Funeral de Estado, nem um minuto de silêncio na AR fizeram ou propuseram.

    1. Ó Menezes, essa do Da Mata mandar o corneteiro tocar para atacar só pode ser por estar confinado no Carnaval.V sabe lá como é que o Grupo do Marcelino atacava. O seu Grupo Comando com poucos elementos atacava de surpresa bases IN no interior e até no exterior da Guiné.Marcelino da Mata, o militar mais condecorado das Forças Armadas Portuguesas começou como simples soldado e chegou a Tenente Coronel, condecorações atribuídas por feitos em combate directo no mato e não a comandar no gabinete do quartel. Um soldado chegar a Oficial Superior nunca foi muito bem vista por outros Oficiais.A treta do RALIS foi arranjada pelos grandes educadores mrpepes que depois arranjaram toda aquela tramoia para culpar Otelo e Cia.Mas o grande questão sobre o esquecimento ou as poucas falas sobre a seu falecimento deve-se ao facto de ter sido considerado um criminoso de guerra: uma coisa é combater contra o IN outra coisa é cortar orelhas como troféu de guerra. Percebeu.Eu conhecido lá na guerra da Guiné. Coitado nunca lhe passou pela cabeça morrer com o vírus da COVID.

    2. Afinal teve um funeral com altas figuras e tudo.Bem, agora como é que vai ser quando morrerem outros ex-combatentes da guerra da Guiné? Mais uma selfie….Ó Menezes tem ideia de quantos naturais da Guiné faziam parte da guerrilha PAIGC? Vá dou uma ajuda: exceptuando meia dúzia de cubanos e três ou quatro chineses que actuavam no terreno, todos os outros eram guineenses ou cabo-verdianos. Quer dizer que eram portugueses que se revoltaram contra as autoridades locais acabando por se esconder no mato e daí desenvolver um guerra de guerrilha e como eram portugueses contra as autoridades e contra parte da população passa a ser uma guerra civil ajudada pelo exterior. Mas nunca foi assim considerada por não haver registos da população e depois não se poder chamar terroristas a custas duma potência estrangeira, para ver se a NATO ia atrás dos soviéticos que os chineses não estavam na moda.Percebe, ou sabe perfeitamente que isso de terroristas é para cá não se saber que eram naturais da Guiné revoltados. E por causa dessa treta milhares de jovens passaram a sua juventude na guerra e muitos morreram, em vez de serem aproveitados para o desenvolvimento do País e protelar a descolonização inevitavel

      1. Este segundo anónimo deve ser da mesma laia do anterior se não o mesmoresposta dada Só acrescento que os jovens que foram fazer a Guerra Colonial foram lá para proteger os nossos compatriotas que estavam a ser chacinados pelos terroristas a soldo , uns da URSS, outros dos EU.

        1. Ó Menezes faz ideia de quantos nossos compatriotas estavam a ser chacinados pelos terroristas?Está a incluir nos nossos compatriotas os fulas, mandingas, balantas, felupes etc. que nem se quer falavam ou tinha documentação de cidadão Português? Eram estes compatriotas?Na Guiné a revolta armada foi contra a polícia e depois estendeu-se contra a tropa. Durante todo o período da guerra nunca nenhum comerciante metropolitano foi chacinado, alguns por lá continuaram com o mesmo negócio após a independência.Você não sabe o que foi a guerra na Guiné. Na Guiné não havia sanzalas ou plantações de café e as plantações de amendoim, arroz ou caju, embora fossem ‘parar’ à Casa Gouveia (CUF), eram os naturais que exploravam as plantações.Percebeu. Afinal a que compatriotas se refere?

    3. E eu que pensava que foi a UPA, patrocinada e apoiada pelos USA ,a cometer os massacres de brancos em Angola e que os USA nossos aliados na OTAN que votavam ao lado da URSS contra Portugal também eram servidos!

  3. O Irritado pergunta porquê. OK, eis porquê. Pela mesma razão porque não se celebram heróis alemães da II Guerra, nem sequer na Alemanha: porque a guerra colonial é vista como uma causa injusta, e Portugal – todos os colonizadores europeus – como os maus da fita. Não é suposto ter-se orgulho em Portugal nessa época. Só antes ou depois. Por isso desertores como o Mamador Alegre são, mais que compreendidos, elogiados pela sua – à época – traição. São von Stauffenbergs tugas. Ora, Marcelino é o oposto: glorificá-lo seria fazer as pazes com um tabu; seria admitir que a história não é a preto e branco. Acresce que, como já sugeriu o Anónimo acima, o heroísmo de Marcelino, como o de todos os heróis de todas as guerras, incluiu certamente muitas mortes e muita selvajaria. Durante a guerra tudo bem; é um mundo onde se pode matar e esventrar e cortar orelhas sem ir para a cadeia. Terminada a guerra, toda a gente fica muito chocada e envergonhada. Marcelino lembra estas duas realidades. Ninguém as quer lembrar.

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