IRRITADO

O SOCIALISMO É A FILOSOFIA DO FRACASSO, A CRENÇA NA IGNORÂNCIA, A PREGAÇÃO DA INVEJA. SEU DEFEITO INERENTE É A DISTRIBUIÇÃO IGUALITÁRIA DA MISÉRIA. Winston Churchill


LEGITIMIDADE JORNALÍSTICA

O jornal socialista chamado “Público” procura, e consegue, dar razão a quem o considera “de referência”, isto mercê um bom trabalho gráfico, razoável informação e guarida dada gente de outras áreas, como o JM Tavares ou o Rangel/PSD, bem embrulhadinhos em esquerdistas ferrenhos e “cientistas” da ultra esquerda, como os “sociólogos” de Coimbra, chefiados pelo tenebroso Boaventura SS.

Ontem, porém, a careca ficou à vista. Nas vésperas das eleições nos Açores, o “Público” ocupa sete oitavos da primeira página com violento ataque ao líder do PSD/Açores, manchete a toda a largura e fotografia de um pardieiro qualquer, a ilustrar alegadas irregulades do homem. Depois: página 2, 3, 4 e 5, continuações de página inteira, ou seja, 5 páginas exlusivamente dedicadas ao mesmo assunto, com o objectivo claro de demolir o homem.    

Não faço ideia se o atacado fez marosca ou não. Nem me interessa tal coisa. O que interessa é registar o trabalho do jornal, que terá levado meses de vasculho em punho, para ser lançado na véspera das eleições. Porque não há mais tempo, ou mais tarde? Só há uma razão: é uma interferência totalmente ilegítima num acto eleitoral.

Às vezes é bom desmascarar, não o eventual prevaricador (arguido de nada, acusado de nada, condenado por nada, até ver), mas a forma como um jornal alegadamente independente se imiscui no derrube de um candidato que não agrada à tribo.

  

23.20.20



4 respostas a “LEGITIMIDADE JORNALÍSTICA”

  1. Concordo que o oportunismo do Público é de censurar, como o seria se fosse ao contrário, descobrindo a careca ao cacique xuxa lá da terra apenas em vésperas eleitorais. Claro que aí o Irritado nada diria, ou acharia bem. O que argumento é que, ainda assim, seria ainda pior não o fazer agora. Se o tipo é trafulha, ou se há fortes indícios de que o seja, é bom que os eleitores o saibam antes de votar. Não depois. Depois, nesta partidocracia, será tarde. E, ao contrário do Irritado, interessa-me se o atacado fez marosca ou não. Aliás, isso é que interessa. O momento político, ou pulhítico, é que é secundário. Devia até haver uma regra pré-eleitoral: saber tudo dos candidatos. Todos. Cada candidato, cada eleito deve ser constantemente vigiado. Não gostam? Larguem a pulhítica. Vão trabalhar.

  2. ‘….jornal socialista chamado “Público”… a que jornal se refere? Jornal socialista conhecido é o “Acção Socialista”, do PS, e nunca foi chamado “Público”. Bem, não sejamos ingénuos. O irritado está a ficar cada vez mais calmo. Então o jornal pertencendo ao grupo capitalista SONAIE cotado em Bolsa, registado e tudo como “Público”, é socialista e chamado “Público”? Está cada vez mais a perder a noção do ridículo, agora até quer mandar na primeira página do jornal e no que os jornalistas andaram a pesquisar sobre o candidato do PSD nos Açores e tal. Que chatice, quando andara a pesquisar sobre candidatos doutros partidos tratou-se de ‘um trabalho jornalístico’. O jornal “Publico” publica aquilo que lhe dá mais possibilidades de interesse para ser vendido ou não fosse pertença de um grupo capitalista.

  3. Queria dizer SONAE

  4. Pelo visto, quem não chora não mama.Agora, com todo o direito, vamos ter uma geringonça nos Açores, ou com o Chega pra lá não conta?É pá vai haver um flic-flac com aquela de 2015 ou então coerência e o PS que se governe.

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