Um restaurante, em Felgueiras, decidiu abrir, no exercício constitucionalmente protegido, da sua actividade económica.
Tirânicas autoridades suspenderam a Constituição e os direitos do homem com a esfarrapada desculpa de uma epidemia que, como provam os países que não o fizeram, se está nas tintas para a paralização e a ruína.
O dono do restaurante foi obrigado a fechar pela polícia do governo, do Rio e do Presidente, e será objecto de inúmeras represálias, até que, devidamente reduzido à miséria, desista de vez.
O IRRITADO aproveita a ocasião para o cumprimentar pela sua nobre atitude de exercício do direito de legítima defesa. Como já um dia escrevi, se todos os restaurantes tomassem a mesma atitude, a polícia não conseguiria fechá-los, e talvez as tirânicas autoridades fossem obrigadas a encolher as unhas.
3.3.21

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