Tal tem sido a pressão do Estado (leia-se dos políticos, maxime o PR e o PM), das mais variadas “autoridades”, das loiras dos briefings diários vinte vezes vendidos pelas televisões de manhã à noite, dos opinion makers, das organizações civis, etc., que o povo não desconfina nem desconfia.
De cérebro bem lavadinho, os neurónios paralizados, as pessoas continuam a não ir à rua, a achar muito bem que as crianças sejam privadas de escola e de convívio ou manipuladas com regras tão estúpidas quanto aterradoras, até nas creches, senhores!, a esperar com ânsias de mentecapto pelas novas normas nos restaurantes onde serão caridosamente proibidas de almoçar com a família, num mar de limitações ao execrcício das mais variadas liberdades constitucionais, e por aí fora, num mar de estupidez que lhes arruina o futuro e, pior que isso, a acreditar em todas as patranhas que lhes são impingidas.
Não trabalhar, ou trabalhar em casa (para poucos) é que é bom! Somos parvos, o que, em português/covide quer dizer heróis!
Ninguém lê uma estatística, ninguém quer saber os dados comparativos da letalidade do vírus com a de várias gripes ao longo dos anos passados. Nada interessa, passámos a ser uns obedientes, confinados por opção e confiantes em quem não merece confiança nenhuma.
Onde iremos parar?
14.5.20

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