IRRITADO

O SOCIALISMO É A FILOSOFIA DO FRACASSO, A CRENÇA NA IGNORÂNCIA, A PREGAÇÃO DA INVEJA. SEU DEFEITO INERENTE É A DISTRIBUIÇÃO IGUALITÁRIA DA MISÉRIA. Winston Churchill


FAKE NEWS

 

Não há quem não saiba que andam por aí quantidades industrias de romenos que, parece que organizadamente, se dedicam ao carteirismo, ao conto do vigário, à mendicidade, à exploração de crianças e bébés e a outras exemplares actividades. A evidência de tal verdade é tão gritante, que não conheço quem não tenha sido alvo de algum desses indivíduos ou organizações.

Os romenos trabalhadores, cumpridores da lei, que se integram na nossa sociedade, e ainda bem, são os primeiros a denunciar tal gente. Dizem que são “romas”, o que quer dizer ciganos, os ciganos lá do sítio.

O problema é que as pessoas podem sentir o que se passa, podem sofrer com o que se passa, mas não podem dizer o que se passa. Se o fizerem, serão, segundo o politicamente correcto e as autoridades vigentes, xenófobos, racistas, fascistas, inimigos dos “direitos humanos”, partidários da exclusão social e outros simpáticos epítetos.  O mesmo em relação aos ciganos nacionais. Na minha óptica trata-se de uma ofensa aos romenos bons e aos ciganos bons, mas isso não entra em cabeças “progressistas”.

Uma tal CPICDR – Comissão Para a Igualdade e Contra a Descriminação Racial, estrutura ao que julgo pública – uma das inúmeras inutilidades que pagamos sem bufar – resolveu processar um deputado municipal do Porto que se atreveu a meter numa “rede social” qualquer a seguinte frase: Ciganos romenos no Porto. Não, não sou racista nem xenófobo, mas sou declaradamente contra quem recusa qualquer tipo de apoio social e prefere continuar a viver da mendicidade, do pequeno furto e a dormir em jardins e espaços públicos, conspurcando terrenos que são de todos os cidadãos. O tal deputado, ora perseguido, admite e apoia que os ciganos romenos sejam objecto de protecção social, o que não admite é que prefiram ser “trabalhadores independentes” da fileira do crime. Haverá alguém, senhor do seu perfeito juízo, que não concorde?

Os jornalistas, se falarem num carteirista, podem dizer que o fulano ou a fulana é português ou espanhol, mas estão proibidos de dizer que é romeno ou cigano, sob pena de contraordenações , denúnciase e perseguições por parte da tal CPICDR.

Ou seja, segundo o chamado governo e as hordas dos extremismos “moralistas” da esquerdocracia triunfante, certas fake news são obrigatórias.

 

2.9.18



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