Lá para terras de Espanha, anda uma propagandista a defender o “espanhol” contra a invasão das línguas catalã, basca e galega, que andarão a ameaçar a língua de Cervantes.
O Irritado está-se nas tintas para os problemas da senhora.
Se fala na coisa é para a informar que “espanhol” é coisa que não existe. Há, sim, várias línguas espanholas, entre as quais o castelhano, a que a senhora, impropriamente chama “espanhol”, e que é língua veicular.
Já agora, talvez fosse bom chamar ao galego galaico-português…
António Borges de Carvalho

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