É com o maior gosto que o IRRITADO vem pôr um ponto final na história do embaixador em Timor e às delirantes acusações da famosa da dona Gomes, cuja “sede de justiça”, ficou provado, não passa de reles manifestação de ódio primário, de perversão moral e institucional, bem como de raiva gratuita e histérica.
Os pontos foram postos nos is, tanto das gomísticas “verdades”, como das patéticas lamúrias do senhor Duarte, dito Manuel Alegre, e ainda, gozo máximo, dos ditirâmbicos elogios que o senhor Baldaia, fiel à política que imprimiu ao DN, dedicou à “coragem” e ao “amor à verdade” da dona Gomes.
O chamado primeiro-ministro, talvez para justificar a nomeação que fizera, investigou o que havia a investigar, e chegou à inevitável conclusão que todas as raivinhas da dona Gomes não passavam de mentirosas fabricações. Para um homem cujo amor à verdade causa dúvidas a muito boa gente, é de louvar que, por uma vez, a tenha respeitado. E até, imagine-se, teve a ombridade – ó espanto! – de elogiar o “elevado sentido de Estado” demonstrado, no caso, pelos partidos da oposição. Assinale-se.
Esperemos que o esclarecer final deste tenebroso assunto sirva de epitáfio para a credibilidade da dona Gomes.
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Já que o chamado primeiro-ministro teve esta inusitada arrancada, bem podia ter outra, de semelhante natureza: dar ordens ao burgesso que comanda o seu grupo parlamentar e preside ao seu partido, para dar o dito por não dito na história da dona Morais. Seria fácil, já que o tal burgesso deu ordens aos seus subordinados para não votar a proposta sem adiantar uma única razão ou argumento que passasse da chinela ou da pura birra.
9.6.17

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