Um rapaz de trinta anos, professor de filosofia, desempregado, mas não “resignado” disse a um jornal o que andava a fazer para ultrapassar a situação.
Assim:
– Participa em todos os protestos, dos professores e dos outros;
– Participa nas vigílias de protesto dos sindicatos;
– Participa nas vigílias da Plataforma pela Educação;
– Foi esperar o ministro Crato à TVI;
– Esteve na manifestação de 15 de Setembro;
– Esteve nos protestos em frente do Palácio de Belém;
– Participou na manifestação da CGTP.
Uma tristeza a escassez de natalidade que provocou a falta de alunos no sistema público e obrigou à dispensa de muitos professores.
Uma tristeza também a “luta” deste jovem por melhores dias. Assim, ninguém dá a volta.
4.10.12
António Borges de Carvalho

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