Quando as pessoas morrem, é costume, ou não dizer coisa nenhuma, ou, humanitariamente, lamentar o facto de alguma maneira. Tratando-se, como é o meu caso, de um total desconhecido como o senhor Sindica, o mais que se pode dizer é que é triste morrer aos quarenta e tal anos. E pronto, é o que diz o IRRITADO.
Mas há quem diga mais, os amigos, a família e outros, naturalmente. E, também naturalmente, a dona Gomes. Disse ela, dando largas à sua mentalidade conspiratória, pidesca e ilegítima, esta simples frase: “estranho, muito estranho”. Aqui temos mais uma demonstração da verdadeira natureza e dos altos sentimentos da indivídua que quer ser presidente da República em Portugal. Coitada, sem mais nem menos, perdeu um dos seus bombos de festa. É natural que ache estranho. Deve ser para se preparar para mais um ataque qualquer, desta vez ao cadáver do fulano.
Não faço a menor ideia do que o Sindica fez ou deixou de fazer antes de morrer. Mas o facto de ser perseguido pela dona Gomes só abona em seu favor. Por outro lado, sei que foi roubado por um tal Pinto, gatuno de alto coturno que está a ser julgado em Portugal e que merece, da dona Gomes, o estatuto de herói.
O raio da mulher persegue, calunia, aldraba, sempre impune e orgulhosa do que faz. Levou para assar, em todas as instâncias, por exemplo no caso do diplomata europeu que acusou das maiores trafulhices, totalmente inventadas. Que se saiba, não pediu desculpa. Que se preveja, jamais pedirá.
É o que temos (mas não só) para credibilizar, em particular, as eleições presidenciais e, em geral, a República.
29.10.20

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