IRRITADO

O SOCIALISMO É A FILOSOFIA DO FRACASSO, A CRENÇA NA IGNORÂNCIA, A PREGAÇÃO DA INVEJA. SEU DEFEITO INERENTE É A DISTRIBUIÇÃO IGUALITÁRIA DA MISÉRIA. Winston Churchill


DO CONSENSO UNIVERSAL

 

O tristemente famoso IPCC (International Pannel on Climate Change), da ONU, vai ser objecto de uma operação de vigilância.

O senhor Banquimune acaba de ordenar a contratação de uma agência científica qualquer para evitar que o tal IPCC continue a manipular dados, a aldrabar números, a arranjar esquemas informáticos marados, tudo a fim de manter viva a “religião” e o terror do aquecimento global.

A esta série de malfeitorias, o senhor Banquimune chama “erros lamentáveis”, tais que a inacreditável, mentirosa e errónea propaganda sobre, por exemplo, os glaciares dos Himalaias que, no parecer do IPCC “poderão desaparecer até 2035, senão mesmo antes”, “informação” posteriormente emendada, reconhecendo o painel que se trata de 2350 e não de 2035, o que destrói à evidência qualquer hipótese de honestidade da dita.

 

Veja-se agora o “espírito” que anima o senhor Banquimune. Diz o homem que “temos que agir com dados científicos o mais credíveis possível. É preciso garantir uma transparência total.” Isto, “garantindo” a certeza de que “a ameaça colocada pelas mudanças do clima é real”. Note-se que o homem, seguindo o politicamente correcto, já não fala em “aquecimento global”, a menina dos olhos do IPCC. Nem da “antropogénese” de tal aquecimento. No fundo, é a mesma coisa, isto de achar que o clima está a mudar e que o homem pode fazer seja o que for a tal respeito.

Por outras palavras, a agência científica tem a missão de vigiar as afirmações do IPCC “desde que” não ponha em causa as suas pré-estabelecidas conclusões! Nas palavras do fulano, desde que se “não se mude o consenso científico sobre as alterações climáticas”.

Tal “consenso científico”, chavão adoptado pelo senhor Al(drabão)Gore, antes de mais foi sobre o “aquecimento global provocado pelo homem” e não sobre as “mudanças climáticas”, coisa que vai acontecendo todos os dias desde que a Terra é Terra, e que continuará a acontecer quer se queira quer não. Segundo, tal “consenso” é uma manigância inominável: foi obtido num inquérito dirigido a dez mil “cientistas” de todo o mundo, tendo sido obtidas pouco mais de três mil respostas. Destas, uns sessenta por cento concordaram em que as mudanças climáticas, de facto, estavam em curso. Mesmo assim, muitas delas eram apresentadas com as mais justificadas ressalvas.

Assim estabeleceram a ONU e o Al(drabão)Gore o “consenso universal” sobre a matéria!

O tal “consenso universal” é responsável pela maior operação de saque dos dinheiros das pessoas da história da humanidade. É lógico: pois se fomos nós a causar o “aquecimento”, seremos nós a ter que pagá-lo. Não é?

Se isto não é o novo fascismo, ou o novo bolchevismo, desta vez “universal” e “científico”, não sei o que seja.

 

14.3.10

 

António Borges de Carvalho


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